S. Julião
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30º Aniversário

do Complexo Paroquial

Festa da Creche e Jardim de Infância

Na tarde do dia 9 de julho, o Centro Social e Cultural da Paróquia de Mangualde levou a cabo a Festa de Final de Ano Letivo, coincidindo este ano com o 30º Aniversário ao serviço da Comunidade.

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 “ eu também sou finalista … deixo esta “escolinha” e vou para outra “escola”.

“ Estou aqui há 10 anos, o mérito não é meu, é de todos: direção, funcionários, pais, crianças e comunidade.” - referiu o Presidente da Instituição Cónego Jorge Seixas.

 

O projeto desenvolvido ao longo do ano foi: “ Crescer a Brincar”.

Ao longo destes 30 anos muitos bebés/crianças passaram por aqui cresceram, brincaram e certamente levaram boas recordações desta casa que é um pouco de todos nós.

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Numa altura em que nos lamentamos pela baixa de natalidade foi gratificante ver mais de uma centena de crianças a encheram o palco do auditório do Complexo Paroquial com toda alegria para mostrarem um pouco do que aprenderam ao longo do ano na instituição.

A coordenadora responsável – educadora Adelaide Freitas, abriu o espetáculo lembrando o 30º Aniversário e agradecendo à direção nomeadamente ao Sr. Manuel Pais, Dr. José Gonçalves, D. Mariazinha Sebastião que desde a primeira hora estão à frente da Instituição. Agradeceu também aos restantes elementos e a todos que direta ou indiretamente trabalham para que estas crianças se sintam bem aqui, mas como a Festa era das crianças estes foram os protagonistas.

“ Crescer a brincar” subiu ao palco com número coletivo das salas: 1,2,3,4 e 5 anos. Muita alegria e cor e um pequeno choro mostraram que este mundo é das crianças.

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Seguiu-se “o Panda manda” – sala de 1 ano; “É Festa!” – Sala dos 2 anos; “Somar a Brincar” – Sala dos 3 anos; “A boneca de Pano e o Soldadinho” – Sala dos 5 anos; “Vamos Brincar” – Sala dos 4 anos; Prof. Filipa – “Música/Yoga” – Sala dos 3 anos, “Música” – Sala dos 5 anos e dança – sala dos 4 anos.

Foi exibido um filme do Mestre Pedro – Karaté da sala dos 3, 4, e 5, visto não poder estar presente. Assim, os pais ficaram a conhecer algumas das competências dos seus filhos nesta área.

E por fim os finalistas, como todos os anos fizeram correr uma ou outra lágrima e como finalista também subiu ao palco o Presidente da Instituição Rev. Cónego Jorge Seixas, como ele próprio referiu: “ eu também sou finalista … deixo esta “escolinha” e vou para outra “escola”.

Agradeceu a tantos homens e mulheres que deram muito da sua vida, ajudando assim a construir esta casa e a dar-lhe continuidade, segundo as leis do evangelho.

“ Estou aqui há 10 anos, o mérito não é meu, é de todos: direção, funcionários, pais, crianças e comunidade.”

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Os pais dos finalistas agradeceram à direção e a todos os profissionais que trabalham nesta Instituição o trabalho desenvolvido, como alguém referiu: “se os filhos estão sorridentes, os pais estão contentes …”

Para finalizar a tarde, houve o lanche partilhado com o desejo de felicidades para aqueles que seguem outros rumos, como faz parte da lei da vida e para aqueles que por agora ainda ficam.

Parabéns Complexo Paroquial pelos 30 anos a servir tantas crianças.

 
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ATL - Geral

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Festa do CATL do Centro Social

 e Cultural de Mangualde

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No passado dia 1 de julho realizou-se a festa do CATL do Centro Social de Mangualde. Foi uma festa onde reinou a alegria e a boa disposição de todos que nela participaram.

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Desde danças ao teatro houve de tudo um pouco. No final tivemos a entrega dos “diplomas” aos nossos finalistas que vão enfrentar uma nova etapa da sua vida. E como não há festa sem comida no final tivemos um lanche partilhado onde todos participaram, foi um belíssimo momento de convívio. A todos os que participaram de maneira direta ou indireta o nosso muito obrigado. Boas férias.

 

 
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HOMILIA DO 15º DOMINGO COMUM (ANO A)

Neste domingo, iniciamos a leitura do capítulo 13 de S. Mateus, onde se encontram as parábolas do Reino. São breves relatos figurados através dos quais Jesus fala sobre a sua missão e a dos seus discípulos para dar a conhecer a vontade de Deus. Inspira-se não nos ensinamentos rabínicos mas nas situações da vida normal das pessoas. Este capítulo inicia com a parábola mais longa e completa, que é a parábola do semeador.

Neste texto, quem é o semeador? Jesus é o semeador da Palavra do Reino. É um trabalhador entusiasmado e perseverante, que acredita no que faz. Sai diariamente para o campo e lança com abundância a semente da Boa Nova que contém “os segredos do Reino dos Céus”. Confia na qualidade da semente, porque vem de Deus e que completará o seu ciclo quando der frutos (cfr. 1ª leitura). Esta semente irá deitar raízes na terra. A semente é o começo de tudo, ou seja, sem pregação, não há evangelização. Não é o semeador que escolhe o terreno, mas a forma como os que ouvem acolhem a semente ou a rejeitam. Jesus fala em parábolas e utiliza uma linguagem misteriosa para que as pessoas se interroguem sobre a sua vida. Neste sentido, pode entender-se a citação de Isaías no texto do evangelho: “Ouvindo ouvireis, mas sem compreender; olhando, olhareis, mas não vereis”. Recordemos os sábios e os inteligentes do evangelho do domingo passado. O seu orgulho e prepotência endureceram a terra do seu interior e a semente foi “sufocada e queimada”, como a semente no caminho e nos sítios pedregosos. O anúncio do Reino de Deus não utiliza uma linguagem ameaçadora. A linguagem de Jesus é provocante: interpela, inquieta e renova. O Reino de Deus não é uma mera utopia humana, mas é uma nova criação realizada pelo Espírito Santo, como afirma S. Paulo na segunda leitura. A pregação do Reino tem de provocar, ao mesmo tempo, entusiasmo e conversão.

Depois de Jesus ter contado a parábola à multidão, os discípulos aproximaram-se e disseram-lhe: “Porque lhes falas em parábolas?”. Jesus responde: “Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos Céus, mas a eles não”. “Felizes os vossos olhos porque vêm e os vossos ouvidos porque ouvem!”. De seguida, explica-lhes o que significa a parábola do semeador. Eles deixaram-se conduzir por Deus, acolheram a semente do Reino nas suas vidas. Com paciência, deixaram-se transformar à imagem e semelhança de Deus. Os segredos do Reino tornaram-se mais claros, quando se aproximaram de Jesus. Hoje, tendo em conta as circunstancias atuais, a Igreja tem de aprender a evangelizar novamente: saber lançar uma semente que chegue ao maior número de pessoas e saber oferecer a proximidade de Jesus e dos seus ensinamentos.

Que frutos produz a Palavra de Deus? Começa por ser palavra escrita, para ser lida, meditada, vivida, proclamada e pregada. Mas, como dizia a primeira leitura de Isaías, é uma Palavra que sai da boca de Deus. É uma Palavra que origina algo de novo. Perante a contaminação e a degradação do pecado, a semente da Palavra de Deus produz vida, como nos afirma S. Paulo na segunda leitura.

Aproveitemos todos os momentos para ler, meditar e partilhar a Palavra de Deus. Não podemos ser analfabetos, incapazes de ler e entender a Sagrada Escritura. Que não haja um dia sem ler a Palavra de Deus.

 
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HOMILIA DO 14º DOMINGO COMUM (ANO A)

As leituras deste domingo recordam-nos a narração do Batismo de Jesus no rio Jordão, onde Jesus surpreendeu João Batista, colocando-se na fila dos pecadores e entrando na água como um deles. Mas é assim que Jesus e João cumprem "toda a justiça", ou seja, o novo projeto de Deus que se irá revelando pouco a pouco. A personagem principal deste projeto é dada a conhecer pela voz vinda do céu como "o Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência", aquele que possui a plenitude do Espírito, não com formas espetaculares e autoritárias mas com a candura de uma pomba. É o Filho apresentado como Servo. Foi escolhido para uma missão realizada na humildade e na mansidão. É desta forma que Jesus é apresentado no texto do evangelho deste domingo.

O Filho de Deus, como Servo, revela-nos o Pai, dá-nos a conhecer quem é Deus para nós, como atua e o que espera das suas criaturas. Por isso, Jesus deixou a sua vida em Nazaré e percorreu os caminhos da Galileia e, mais tarde, os da Judeia sem excluir alguns territórios "pagãos" como Tiro e Sidónia ou "perigosos" como a Samaria. O seu ministério é público, sem rotas predeterminadas. Os seus destinatários são todos aqueles que se aproximam dele para o escutar e seguir, tornando-se seus discípulos. Mas nem todos o acolherão. Para os habitantes de Nazaré, será simplesmente o "filho do carpinteiro"; para os ricos, será um perigoso amigo dos pobres; para os sábios e inteligentes, será um charlatão que não sabe o que diz. Esta gente de Israel esperava um Messias de outro género, um libertador, um profeta poderoso, um novo Elias que havia de regressar com o fogo de Deus nas suas palavras e nas suas obras. Todavia, o Filho amado de Deus Pai escolheu o caminho do Servo Sofredor profetizado por Isaías, o caminho da mansidão e da humildade que confunde os poderosos deste mundo. Desde Belém até à Cruz, Jesus percorreu sempre este caminho e só neste caminho o poderemos encontrar. Jesus exulta de alegria e dá graças ao Pai, Senhor do céu e da terra, porque o seu poder exerce-se, não à maneira dos poderosos mas na fidelidade das pessoas simples e humildes. Os pobres, os que choram, os mansos, os puros de coração escutaram e acolheram a pregação de Jesus. Eles estão convencidos que em Jesus de Nazaré cumprem-se as esperanças de Israel e os desejos da humanidade.

O Servo Sofredor comunica Deus, é o seu instrumento, por excelência. No rio Jordão, é apenas designado como Filho amado, o predileto. De seguida, forma uma família de filhos e irmãos com aqueles que escutam a Palavra de Deus e a põem em prática. No Jordão, recebe o Espírito Santo em forma de pomba que derramará com a sua Páscoa sobre toda a criação. Assim nos recorda S. Paulo na segunda leitura: "o Espírito de Deus habita em vós". Jesus Cristo derrama sobre nós o Espírito Santo, enviado pelo Pai, que nos ajudará a realizar a obra começada em cada um de nós no dia do nosso Batismo. Habitando o Espírito de Deus em nós, venceremos as tentações e alcançaremos a vida eterna.

A Igreja de Jesus Cristo, fiel ao Senhor, não se limita a ser serviçal, mas é serva. Qual é a diferença? Uma Igreja serviçal ficaria pela primeira parte das palavras de Jesus: "Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei". Jesus convida-nos a descarregar sobre Ele todos os nossos sofrimentos. Mas, de seguida, propõe-nos outra coisa, aparentemente oposta: "Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim que sou manso e humilde de coração". A Igreja serva identifica-se com o Filho Servo e carrega o seu jugo, que é uma lei de amor e não uma lei de obrigações insuportáveis. É verdade que o Filho carrega com os pecados do mundo, mas o Pai ajuda-o nesta missão. Descarreguemos sobre Jesus os nossos fardos do pecado e carreguemos o jugo suave e leve da salvação em favor de toda a humanidade.

 
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HOMILIA DO 13º DOMINGO COMUM (ANO A)

Antes de enviar os seus apóstolos em missão, Jesus dá-lhes alguns conselhos, como já tivemos a oportunidade de meditar no domingo passado. Os seus apóstolos são discípulos missionários. Todos aqueles que são batizados foram escolhidos por Deus para serem discípulos de Jesus Cristo e membros da sua Igreja. Ser discípulo pode resumir-se em três verbos: conhecer, amar e seguir Jesus (S. Efrém). E ser missionário não será somente cumprir determinadas tarefas, mas viver como enviados de Jesus Cristo. No evangelho, Jesus afirma: “Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou”. Jesus é o enviado do Pai e o discípulo é o enviado de Jesus. Ser enviado não é somente uma atividade a exercer mas uma missão que configura a identidade da pessoa. O enviado é igual àquele que o envia. Não é uma igualdade jurídica, não é o fruto de uma concessão de poderes, mas é uma igualdade profunda, de identificação com Cristo. No seu enviado, é o próprio Cristo que fala e atua. A partir desta afirmação, temos de entender as palavras do texto do evangelho deste domingo.

Se a pessoa de Jesus é o centro da vida do discípulo, se fomos incorporados Nele, como diz a segunda leitura, Jesus Cristo terá sempre a primazia na nossa vida; tudo o resto é relativo, até o que, para nós, tem mais valor, como a família. A nossa vida fica marcada por Jesus Cristo e a nossa alegria será anunciar Jesus a todos, especialmente à nossa própria família. Se não nos deixamos enviar a evangelizar a tempo inteiro e com total disponibilidade não somos dignos do Senhor e do seu chamamento! Faremos, sem dúvida, “coisas bonitas”, mas seremos uma desilusão para Jesus e para a Igreja, ou seja, para aqueles que esperam algo de Deus ou dos seus representantes mais próximos. Outra condição que Jesus propõe aos seus discípulos é “carregar a cruz”. Esta exigência tem diversas versões: as cruzes pessoais da vida; as cruzes da missão apostólica; partilhar as cruzes das pessoas que estão à nossa volta…Então, em que ficamos? Uma vez mais, em “ser dignos de Jesus”, em estar à altura do seu exemplo, por palavras e por obras. Quem olha para o Crucificado deixa de ter dúvidas: seguir Jesus até ao fim, dando a vida. Finalmente, o discípulo enviado em missão não será prisioneiro de si mesmo, fechado no seu egoísmo, escravo da sua realização pessoal. Porquê? Porque a sua vida e a sua felicidade estão nas mãos de Deus, porque Jesus convida-nos a esquecer-nos de nós próprios para “nos encontrarmos” nos outros, especialmente nos mais pobres e abandonados.

Na primeira leitura, a mulher de Sunam acolheu o profeta Eliseu como “um santo homem de Deus”. Ofereceu-lhe a sua casa e o profeta recompensou-a com a promessa divina de um filho: “No próximo ano, por esta época, terás um filho nos braços”. Os discípulos missionários enviados pelo Senhor na sua Igreja não podem oferecer “nem ouro nem prata” nem soluções para todos os problemas. Mas, como o profeta Eliseu, podem ser os intercessores diante do Senhor em favor dos outros, implorando soluções para um futuro mais risonho. Esta é a nossa certeza: tanto os discípulos como os outros (evangelizadores e evangelizados) serão sempre recompensados pelos grandes e pequenos gestos realizados, em nome de Deus, a favor dos que mais precisam.

Cónego Jorge Seixas

 
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