S. Julião
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ENCERRAMENTO DO C.P.M.

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Terminou no passado dia 27 de Maio a apresentação das 6 sessões de preparação dos noivos para o matrimónio, feita pela equipa do Centro de Preparação para o Matrimónio, da Paróquia de Mangualde, com o apoio sempre incondicional do seu Assistente Cónego Jorge Seixas.

Decorreu durante 3 tardes de sábado com início em 6 de Maio.

No final os noivos deixaram-nos a informação de que os temas apresentados versaram muitos pontos de interesse para sua vida em casal.

Os trabalhos culminaram com a celebração da Eucaristia das 18 horas, na Igreja da Misericórdia; na altura própria, dirigiram-se para junto do altar tendo recebido a bênção dos noivos.

Após a Eucaristia, houve um pequeno convívio na sala ao lado da Pastelaria.

A equipa do CPM deseja, do fundo coração, a todos os noivos as maiores felicidades, pedindo ao Senhor que os abençoe na nova fase das suas vidas.

 
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HOMILIA DA SOLENIDADE DO CORPO DE DEUS 

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Corpo de Deus: estas duas palavras que tanto dizem à devoção do povo cristão falam-nos admiravelmente do sentido desta solenidade. Não é preciso dar muitas sábias explicações. O sacramento é o “Corpo”, a humanidade de Cristo, a “carne” do Verbo, que nos é dado como alimento. Pouco sentido terá fazer majestosas procissões eucarísticas, se não participamos na mesa eucarística “comendo” o Corpo de Cristo. Que serve tirar o Senhor do sacrário, colocá-Lo na custódia, expor à adoração dos fiéis e, depois, voltar a guardá-Lo no sacrário, sem que os fiéis não O tenham “incorporado”, ou seja, fazendo-O carne da sua carne e vida da sua vida? O Cristo da custódia não é como o Deus escondido e misericordioso do Sinai, que aparece e desaparece por entre as nuvens de incenso. Ele é o Filho do homem, o Servo sacrificado que, com a sua humilde humanidade, percorre as nossas ruas e aproxima-se de cada um de nós, dizendo-nos: “Come-me, quero ser a tua vida!”.

O pão material representa tudo aquilo que nós precisamos para satisfazer as nossas necessidades vitais. A palavra bíblica reconhece e valoriza a existência deste pão humano: “Bem sabe o vosso Pai que tendes necessidade dele” (Mt 6,8). Mas ao mesmo tempo relativiza-o, ou seja, coloca-o no seu lugar. Certamente é o fruto do trabalho do homem, mas não é o alimento mais importante: “o homem não vive só de pão…” (primeira leitura). Deus quer alimentar-nos com um pão superior, desconhecido, espiritual. Para isso, temos de estar famintos, passar fome para o desejar, como os israelitas no caminho do êxodo. Este pão, de que o maná é figura, vem do céu. Ou seja, é um dom gratuito de Deus e não é fruto do trabalho humano. Um pão que alimenta corpo e alma e que tem de ser recebido com fé e gratidão. Quando a fé do povo se esmorece, o maná torna-se insosso. O povo revolta-se, queixa-se, volta à religião interesseira, a tentar o seu Deus.

O pão eucarístico, do qual o maná é figura, é o verdadeiro alimento: “Quem comer deste pão viverá eternamente” (evangelho). Para o recebermos, temos de ultrapassar a ideia do pão material. Este é impessoal e somente satisfaz as nossas necessidades físicas. Porém, o pão vivo que nos oferece Jesus é… a sua pessoa! Não nos dá “coisas”, “produtos”… dá-se a si mesmo! Neste caso, a nutrição realiza-se através da comunhão com Cristo: uma união pessoal, Ele em nós, nós Nele. Quando o comemos, pouco a pouco configuramo-nos a Ele, até poder dizer como S. Paulo: “Já não sou eu que vivo; é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20).

Esta comunhão vital com Cristo não tem um caracter individual, como pretendia uma piedade eucarística intimista (tantas vezes longe do pensamento bíblico). Na segunda leitura, S. Paulo é muito claro: a nossa união a Cristo na Eucaristia é, ao mesmo tempo individual e coletiva: “Embora sejamos muitos, formamos um só corpo, porque participamos do único pão”. As procissões do Corpo de Deus destacam este caracter comunitário. Um povo alimentado pela força espiritual do pão eucarístico une-se em festa para caminhar com o seu Mestre e Senhor. Com cânticos e flores, reconhece a grandeza do dom recebido. Com as suas orações manifesta o desejo de se unir ainda mais com Cristo em todos os momentos da vida. A celebração do Corpo de Deus expressa, com a sua rica simbologia, o milagre de todos os dias: somos muitos, mas formamos um só corpo, alimentados pelo único pão, o pão vivo descido do Céu.

 
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Oração de Taizé

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Realizou-se no passado sábado, dia 10 de junho, pelas 21h30 mais uma oração de Taizé organizada pelos Jovens da Paróquia de Mangualde sob a orientação do Diácono Paulo Vicente.

Desta vez realizou-se nos claustros da Igreja ficando um ambiente bonito, pena foi que o vento apagou as velas.

Quem esteve presente saiu satisfeito.

 
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HOMILIA DO DOMINGO DA SANTÍSSIMA TRINDADE (ANO A)

Para começar esta reflexão do domingo da Santíssima Trindade, repetiremos as palavras de S. Paulo: “A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco”. Nesta pequena frase, S. Paulo resume o mistério de Deus. O Pai é o Amor original; o Espírito Santo é o propagador deste amor, dentro e fora da divindade; o Senhor Jesus Cristo, feito homem, é o que nos concede este amor, como graça salvadora. Este domingo é uma síntese da nossa fé, que a Igreja dedica a reconhecer a grandeza do mistério de Deus. A Trindade não é uma mera especulação, mas a ação do Deus Amor que, em Jesus Cristo, veio ao nosso encontro para nos conduzir e introduzir no coração de Deus. Com muita clareza, é dito, neste domingo, no evangelho: “Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho Unigénito, para que todo o homem que acredita n’Ele não pereça, mas tenha a vida eterna”. Só Deus uno e trino pode realizar esta gigantesca epopeia de amor!

A primeira leitura, do livro do Êxodo, narra-nos a renovação da Aliança do Sinai entre Deus e Moisés. O povo tinha cometido o pecado da idolatria ao fabricar o bezerro de ouro. Moisés sobe de novo ao monte Sinai, levando nas mãos umas tábuas novas de pedra, sem nada escrito. Mas as palavras da Lei têm de ser gravadas, em primeiro lugar, no coração de Moisés, e depois nas tábuas, ou seja, a experiência de Deus é anterior à norma. Se tal não acontecer, a Lei não se entende nem se poderá cumprir. “O Senhor desceu na nuvem, ficou junto de Moisés e proclamou o nome do Senhor”. O mistério de Deus experimenta-se na intimidade, na relação pessoal com alguém. Este atreve-se a pronunciar o nome do Senhor. Moisés já o conhecia: “Eu sou”. Deus é um sujeito, um “Eu” pessoal que existe e que vive antes do mundo ser criado. É um “Eu” que procura entrar em relação pessoal com a humanidade, a obra mais perfeita da criação. Neste diálogo pessoal, Deus vai revelando o seu ser e o seu agir. O sujeito “Eu” e o verbo “ser” completam-se com predicados que brotam da história da relação entre Deus e a humanidade. “Eu sou o Deus dos teus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacob”. Um Deus capaz de ver a opressão dos israelitas, de ouvir os seus lamentos, de sentir os seus sofrimentos. Um Deus que intervém através de pessoas frágeis e imperfeitas, como é o caso de Moisés. Depois do pecado do povo, o Deus Libertador do Êxodo manifesta-se agora como o Deus que perdoa que Moisés e os israelitas desconheciam. No diálogo do Sinai, o nome de Deus é completado com alguns predicados: “o Senhor é um Deus clemente e compassivo, sem pressa para Se indignar e cheio de misericórdia e fidelidade”. O Deus Trindade revela-se no decorrer da nossa vida, nos momentos felizes e tristes, vividos na fé.

Muitas pessoas deixaram de acreditar, porque lhes apresentaram um Deus teórico, que seria a chave explicativa de tudo quanto existe e acontece. Mas, perante os problemas concretos e as situações pessoais, especialmente as mais dolorosas, todas as explicações, por mais sábias que sejam, caiem por terra. Um Deus “todo-poderoso”, que não pode evitar o mal e os sofrimentos da humanidade, aparece como algo contraditório. Um Deus que não nos serve para viver, não interessa. Assim, da curiosidade intelectual passa-se diretamente para a indiferença religiosa. Só na convivência íntima descobrimos Deus. Nos diversos momentos da nossa vida, descobriremos este Deus que é clemente, compassivo, lento para a ira e rico de misericórdia. Para conhecer Deus, também tenho de conhecer “quem sou eu” e o “que Deus quer de mim”, ou seja, conhecerás Deus se te conheceres quem és e qual a tua missão na vida.

 
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cartaz 10 de junho 800x600

 
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