S. Julião
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Jovens do 8º e 9º ano da Catequese realizaram

“Festa da Vida” e a “Festa do Envio do Compromisso”

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 No dia 21 de maio – VI Domingo da Páscoa, na Missa das 11h00, os jovens da Catequese da Paróquia de Mangualde do 8º ano - 42 , celebraram a Festa da Vida e os do 9º ano - 50, a Festa do Compromisso e Envio.

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Como é habitual em dia de festa os Jovens ocuparam a parte central da Igreja e o Rev. Cónego Jorge Seixas, pároco de Mangualde, saudou estes 92 jovens por mais uma etapa das suas vidas.

Dirigiu-se particularmente a eles, lançando-lhes um desafio: “… saibam viver a vida … comprometam-se com Jesus, a Igreja precisa de jovens aventureiros.

Hoje recebeis uma cruz, não há vida sem cruz… Saibam viver a vida, não é preciso fazer asneiras, respeitem-se uns aos outros, não é com baleias azuis, mas com corações vivos.

Não sejam escravos das tecnologias, aproveitem as coisas boas. Hoje temos o mundo em casa à distância de um click, mas tantas vezes estamos ao lado uns dos outros e tão longe …

Jesus ama-nos, todos nós precisamos de amar e sermos amados, não sabemos o nº do telemóvel de Jesus Cristo, para lhe telefonar ou enviar um SMS, mas podemos conversar com Ele, basta dizer: Bom dia Jesus, cá vou eu para a escola; hoje fiz umas coisitas menos boas …, isto é oração.

A Igreja precisa de jovens à maneira de Jesus, atentos aos que mais precisam e que se comprometam. Quem sabe se Jesus não tem um projeto para ti.

Jesus é nosso amigo, vive para sempre.”

De seguida os Jovens do 8º ano receberam, da mão do Rev. Cónego Seixas a Cruz, que acompanhou coma as seguintes palavras: “Jesus está sempre convosco, por isso é que vos envia, caminhai na fé.”

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No final os jovens receberam uma calorosa salva de palmas, bem como os seus catequistas.

Os cânticos estiveram a cargo do Grupo Coral da Paróquia de Mangualde.

 
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HOMILIA DO DOMINGO DE PENTECOSTES (ANO A)

Neste domingo, encerramos o Tempo Pascal. Páscoa e Pentecostes são uma herança que recebemos da tradição judaica. Páscoa recordava a passagem da escravidão do Egito para a liberdade da terra prometida. Pentecostes celebrava as primícias e as colheitas e, mais tarde, a aliança entre Deus e o povo no monte de Sinai. Para nós, Páscoa é a memória da passagem de Jesus deste mundo para o Pai; e Pentecostes celebra o dom do Espírito à comunidade primitiva nascente. O prefácio da missa deste dia diz o seguinte: “Hoje manifestastes a plenitude do mistério pascal e sobre os filhos de adoção, unidos em comunhão admirável ao vosso Filho Unigénito, derramastes o Espírito Santo”.

Uma bela atividade para fazer com os jovens ou os adultos, que se preparam para receber o sacramento da confirmação, é descobrir pouco a pouco o simbolismo das manifestações do Espírito Santo sobre a comunidade apostólica reunida em Jerusalém, junto com Maria, a mãe de Jesus. Os Atos dos Apóstolos falam-nos de “um rumor semelhante a forte rajada de vento, que encheu toda a casa onde se encontravam”. É a vinda do Espírito Santo. É curioso que, na língua hebraica, a mesma palavra que significa “espírito” também significa “vento”. O sopro (a força do vento) do Espírito Santo faz aquela comunidade perder o medo, abrir as portas e pregar no meio da multidão.

“Viram então aparecer uma espécie de línguas de fogo, que se iam dividindo, e poisou uma sobre cada um deles”. É o fogo que nos recorda a sarça que ardia sem se consumir, da qual Moisés se aproximou. É Deus com a sua força irresistível. É o próprio Deus, é a presença de Deus que não só purifica, mas que aquece, ilumina, inflama, aviva e abrasa. É o fogo que Jesus veio trazer à terra para destruir a indiferença, a frieza e a tibieza dos corações que se fecham à vinda do Reino. É o fogo com o qual seremos batizados, como anunciou João Batista (“com o Espírito Santo e com o fogo”). A antífona do Aleluia diz claramente: “Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor”.

“Cada qual os ouvia falar na sua própria língua”. Todos ficaram espantados, porque a linguagem do coração, a linguagem do Espírito Santo, a linguagem do Evangelho somente é compreensível para aqueles que acolhem a Palavra de Deus. A linguagem do amor e da solidariedade não precisa de ser aprendida nas escolas e não tem gramática nem dicionário. A linguagem do amor é a linguagem do Espírito Santo. É uma linguagem que não serve “favores e cunhas” ou poderosos, mas está ao serviço das pessoas que vivem na miséria, no desamparo e no esquecimento. Bem dizia S. Paulo: “A caridade nunca desaparece”. O amor nunca desaparecerá. Esta é a missão que nos foi dada por Jesus. Para esta missão, precisamos do Espírito de Jesus. Alimentados com o banquete eucarístico e cheios do Espírito de Jesus, teremos coragem para proclamar ao mundo a nossa alegria e viver a força de amar e do amor.

Cónego Jorge Seixas 

 
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HOMILIA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Os textos da liturgia deste domingo fazem-nos sentir que estamos muito perto da solenidade da Ascensão (“Daqui a pouco o mundo já não Me verá”), e do Pentecostes (“Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor…o Espírito da verdade”). Estamos a viver o tempo pascal que culminará com a memória da vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos, através de um vento forte, de línguas de fogo e da compreensão de todas as línguas.

Na primeira leitura, quando o livro dos Atos dos Apóstolos nos fala da Samaria, vem logo à nossa memória a recordação do encontro de Jesus com a samaritana, onde causa admiração um judeu (Jesus) falar com uma mulher samaritana. O texto do evangelho faz questão de dizer que os judeus não se dão com os samaritanos. No evangelho de S. Lucas encontramos a belíssima parábola do bom samaritano, onde Jesus coloca um samaritano como exemplo da autêntica compaixão. Hoje, a primeira leitura narra-nos como o Evangelho se espalha também em terra samaritana. Pedro e João, com a imposição das mãos, concedem o Espírito Santo aos seus habitantes. É o mesmo Espírito Santo que recebemos no batismo e na confirmação. É o mesmo Espírito Santo que em cada ano recebem, sobretudo no Tempo Pascal, tantos adolescentes e adultos.

Para amar Jesus, como nos diz o texto do evangelho deste domingo, supõe guardar os mandamentos (que sempre nos dizem para amar a Deus e aos outros) e receber o Espírito da verdade que “conheceis, porque habita convosco e está em vós”. Mas, o que é o Espírito da verdade? Recordemos o evangelho do domingo passado, quando Jesus, respondendo a Filipe, diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Jesus é o caminho que conduz para a verdade do Pai. O Espírito da verdade é o Espírito do Pai, o Espírito da vida, o Espírito do amor que vive tão perto de nós e está em nós.

Este Espírito de amor é aquele que confirma que também o Pai nos ama e Jesus também nos ama. E cheios deste amor estaremos dispostos, como nos diz S. Pedro na segunda leitura, “a responder, a quem quer que seja, sobre a razão da nossa esperança”. É um desafio para os cristãos de hoje: encontrar as palavras compreensíveis e certas e os gestos claros que deem razão da nossa esperança. Temos diante de nós muito trabalho a fazer, porque tanto a linguagem bíblica como a linguagem litúrgica, muitas vezes, são incompreensíveis para a maior parte das pessoas das nossas aldeia e cidades e das nossas comunidades.

Na Eucaristia, depois da consagração, somos convidados a proclamar o mistério da fé: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição”, ou seja, proclamamos a nossa fé em Cristo ressuscitado. Manifestemos, hoje e sempre, a alegria da nossa fé neste Cristo vivo e presente no meio de nós.

 
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Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde

 

Festa da “Avé Maria e do Pai Nosso”

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Estão a decorrer as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde. 152 crianças do 1º e 2º ano fizeram a Festa.

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No dia 7 de maio – IV Domingo da Páscoa - Domingo do Bom Pastor e Dia da Mãe, começaram as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde.

 

As crianças do 1º ano – 77, fizeram a Festa da Avé Maria e 75 do 2º ano a Festa do Pai Nosso.

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As crianças participaram ativamente em alguns momentos da celebração e ocuparam a parte central da Igreja. Entoaram diversos cânticos com muita alegria. O Rev. Cónego Jorge Seixas neste dia dirigiu-se particularmente a elas falando-lhe de Jesus “O Bom Pastor”.

 

“ Não nos admiramos que seja chamado o domingo do “Bom Pastor”, porque todo este capítulo 10 fala-nos desta imagem que já encontramos em muitos textos do Antigo Testamento. No Evangelho de S. João, a expressão “Bom Pastor” refere-se a Jesus, que afirma: “Eu sou o bom pastor” que veio para dar vida e vida em abundância; é desta forma que termina o texto do evangelho deste domingo. Este é o objetivo de todo este capítulo: Jesus, o Bom Pastor, veio para que tenhamos vida e vida em abundância…”

 

E perguntou: Quem de vós já foi pastor? Alguns braços se levantaram, e com toda alegria responderam: “eu, ajudei o meu avô …”. E neste dia as mães também foram aqui lembradas com belas dedicatórias.

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Em momento próprio da celebração, as crianças do 1º ano receberam o terço das mãos de um familiar, maior parte das suas mães.

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No final o Rev. Cónego Jorge Seixas pediu uma salva de palmas para estas crianças e catequistas .

Os cânticos estiveram a cargo do Grupo Coral da Paróquia de Mangualde.

Durante os próximos domingos continuam as Festas das crianças/jovens.

 

 

 

 
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