S. Julião
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Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde

 

Festa da “Avé Maria e do Pai Nosso”

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Estão a decorrer as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde. 152 crianças do 1º e 2º ano fizeram a Festa.

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No dia 7 de maio – IV Domingo da Páscoa - Domingo do Bom Pastor e Dia da Mãe, começaram as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde.

 

As crianças do 1º ano – 77, fizeram a Festa da Avé Maria e 75 do 2º ano a Festa do Pai Nosso.

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As crianças participaram ativamente em alguns momentos da celebração e ocuparam a parte central da Igreja. Entoaram diversos cânticos com muita alegria. O Rev. Cónego Jorge Seixas neste dia dirigiu-se particularmente a elas falando-lhe de Jesus “O Bom Pastor”.

 

“ Não nos admiramos que seja chamado o domingo do “Bom Pastor”, porque todo este capítulo 10 fala-nos desta imagem que já encontramos em muitos textos do Antigo Testamento. No Evangelho de S. João, a expressão “Bom Pastor” refere-se a Jesus, que afirma: “Eu sou o bom pastor” que veio para dar vida e vida em abundância; é desta forma que termina o texto do evangelho deste domingo. Este é o objetivo de todo este capítulo: Jesus, o Bom Pastor, veio para que tenhamos vida e vida em abundância…”

 

E perguntou: Quem de vós já foi pastor? Alguns braços se levantaram, e com toda alegria responderam: “eu, ajudei o meu avô …”. E neste dia as mães também foram aqui lembradas com belas dedicatórias.

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Em momento próprio da celebração, as crianças do 1º ano receberam o terço das mãos de um familiar, maior parte das suas mães.

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No final o Rev. Cónego Jorge Seixas pediu uma salva de palmas para estas crianças e catequistas .

Os cânticos estiveram a cargo do Grupo Coral da Paróquia de Mangualde.

Durante os próximos domingos continuam as Festas das crianças/jovens.

 

 

 

 
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HOMILIA DO 5º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Na celebração deste domingo continua a sentir-se a alegria pascal, recordando o Crucificado e o Ressuscitado que continua presente nas primeiras comunidades cristãs, onde vão aparecendo os primeiros conflitos e problemas. Talvez, na nossa caminhada de fé, não sabemos encontrar o equilíbrio necessário entre a liturgia (as celebrações) e o serviço aos pobres. A primeira leitura narra-nos a importância do diálogo na comunidade que faz desenvolver a ação pastoral da Igreja primitiva. Os cristãos gregos começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das viúvas. Convocada a assembleia, decidiram escolher sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para essa missão. São os primeiros diáconos da Igreja. Os Apóstolos continuariam a pregar a palavra de Deus. Como se resolveram os problemas? Com diálogo e colaboração. Hoje, continua a ser o modelo para a Igreja resolver os conflitos e desavenças.

“Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim”. Assim começa o evangelho deste domingo. Jesus diz estas palavras aos discípulos que estavam incomodados com a oposição dos sumos-sacerdotes e dos fariseus. Estava próxima a paixão de Jesus; por isso, pede-lhes serenidade e calma, porque necessitarão dela. Esta tensão só se pode vencer com confiança em Deus, por Jesus Cristo, porque “em casa do Pai há muitas moradas”. Nunca deveremos perder esta confiança.

Mas Tomé e Filipe expressam a insegurança que reinava entre os Apóstolos. Eles seguiram Jesus, percorreram com Ele os caminhos da Galileia, conviveram com Ele, alegraram-se e sofreram com Ele no anúncio do Reino, depositaram Nele todas as suas esperanças e desejos…mas não o conhecem bem, não sabem bem quem Ele é. Não sabem que Ele é o “caminho, a verdade e a vida”. Só Jesus é o caminho que nos conduz à verdade plena que é o Pai, à vida plena, que é o Espírito Santo. Hoje, perante as nossas dificuldades em anunciar a Boa Nova da Salvação, é importante recordar as palavras de Jesus a Filipe: “Quem Me vê, vê o Pai. Eu estou no Pai e o Pai está em Mim”. Se mantivermos o nosso olhar fixo em Jesus, sentiremos a presença do Pai.

Foi na mesa da Última Ceia que os discípulos, ao tomar o pão e o vinho, foram convidados a experimentar a profunda comunhão com Jesus e, por isso, comunhão com o Pai. Fiéis às palavras de Jesus, “Fazei isto em memória de Mim”, repetimos tantas vezes este momento de comunhão com Jesus e o Pai. Por isso, nunca podemos esquecer estas palavras do evangelho de S. João, colocadas na boca de Jesus: “Não acreditais que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim?... Acreditai-Me, acreditai ao menos pelas minhas obras”. Somos convidados a acreditar e a ver. Acreditar é comprometer-se com Ele, ver é amar como Ele. Na Eucaristia, como diz S. Pedro na segunda leitura, aproximamo-nos do Senhor, que é a pedra viva. Sintamos que somos membros da “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus, para anunciar os louvores” de Deus que nos chamou das trevas para a sua luz admirável. “Venha sobre nós a vossa bondade, porque em Vós esperamos, Senhor”.

Cónego Jorge Seixas 

 
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HOMILIA DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

 

Como em todos os anos no quarto domingo da Páscoa, nos três ciclos das leituras, é proclamado e refletido uma passagem do capítulo 10 do evangelho de S. João. Não nos admiramos que seja chamado o domingo do Bom Pastor, porque todo este capítulo 10 fala-nos desta imagem que já encontramos em muitos textos do Antigo Testamento. No evangelho de S. João, a expressão “bom pastor” refere-se a Jesus, que afirma: “Eu sou o bom pastor” que veio para dar vida e vida em abundância; é desta forma que termina o texto do evangelho deste domingo. Este é o objetivo de todo este capítulo: Jesus, o bom pastor, veio para que tenhamos vida e vida em abundância.

A partir de uma leitura atenta do evangelho de S. João encontraremos muitas vezes este “eu sou”, acompanhado de outras imagens relacionadas com Jesus. E este “eu sou” é uma expressão muito especial, que nos transporta ao livro do Êxodo quando Moisés pergunta a Deus o que há-de dizer aos israelitas se lhe perguntarem quem o enviou. “Deus disse a Moisés: ‘Eu sou Aquele que sou’. Ele disse: ‘Assim dirás aos filhos de Israel: “Eu sou” enviou-me a vós!” (Ex 3,14). Portanto, as expressões que começam com o “Eu sou” têm um significado especial: “eu sou” o pão da vida; “eu sou” a luz do mundo; “eu sou” a porta das ovelhas (evangelho deste domingo); “eu sou” a ressurreição e a vida; “eu sou” o caminho, a verdade e a vida; “eu sou” a videira. No Jardim das Oliveiras, quando Jesus disse “Sou eu”, ao responder à pergunta dos traidores, todos recuaram e caíram por terra. Porquê? Porque este Jesus é o rosto de Deus!

Ainda podemos ir aos textos dos profetas que não só nos falam de Deus, bom pastor, e do povo como um rebanho que ele conduz, mas também falam duramente dos falsos pastores. Na segunda leitura, Pedro, citando também os profetas, afirma: “Vós éreis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas”. No salmo 22, que cantamos neste domingo, saboreamos a alegria deste pastor, Jesus, que nos acompanha (“vós estais comigo”), e com a sua autoridade e o seu testemunho nos conforta (“o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança”). Assim, é muito importante que os pastores de hoje, para além de códigos e normas complicadas, sejam imagens do pastor que nos conduz às águas refrescantes e nos prepara a sua mesa.

“Eu sou a porta das ovelhas”. Esta é a frase central do texto do evangelho deste domingo. Jesus é a porta aberta para um mundo diferente, para um mundo novo, para uma vida nova. Muitas pessoas que escutavam Jesus andavam cansadas e oprimidas não só pelas más condições de vida, mas também pelo peso de tantas normas e prescrições, tiradas da lei antiga. Hoje, não acontecerá o mesmo? Não teremos posto de lado o Jesus do Evangelho e orientamo-nos por normas que oferecem um cristianismo triste e irrelevante? Precisamos de recuperar este Jesus pastor e porta das ovelhas e deixar de lado os cantos de sereia que nos oferecem paraísos que não existem. Só Jesus, o bom pastor, nos conduz a descansar em verdes prados. Só Jesus, o bom pastor, é o exemplo para os pastores das nossas comunidades.

Cónego Jorge Seixas 

 

 
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Páscoa em Mangualde

De 1 a 16 de abril

Mangualde viveu intensamente o Tempo Pascal

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“Páscoa em Mangualde 2017” foi uma organização da Paróquia de Mangualde e da Câmara Municipal de Mangualde, que contou com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e do Centro Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara. O evento decorreu de 1 a 16 de abril com um vasto programa, culminando no Domingo de Páscoa.

Já publicámos alguns momentos, nomeadamente a Via Sacra ao Vivo no Monte da Senhora do Castelo, o Domingo de Ramos, bem como o Concerto Musical integrado na programação da Páscoa.

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Ficam aqui outros momentos marcantes deste Tempo Pascal como foi o Amentar das Almas que se realizou no dia 8 abril, no Largo da Igreja da Misericórdia e contou com a participação do Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara, Grupo de Cantares de Alcofra, Vouzela, Grupo de Cantares Amigos de Macieira, Águeda, Grupo de Cantares de Proença-a-Velha, Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha, Banda Filarmónica de Lobelhe, Banda Filarmónica de Vila Cova e Banda Filarmónica de Tibaldinho.

No dia 13 de abril – Quinta Feira Santa na Igreja Paroquial de Mangualde, às 21h00 celebrou-se a Missa da Ceia do Senhor, seguida da Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja da Nossa Senhora da Conceição até às 24h.

No dia 14 de abril – Sexta-feira Santa decorreu a celebração da Paixão do Senhor às 17h seguida da Procissão do Enterro do Senhor, percorrendo as principais ruas da cidade.

À noite, pelas 21h30, decorreu a Via Sacra com a encenação das estações em vários pontos da cidade, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu.

No Sábado Santo, dia 15, às 21h30, realizou-se a Vigília Pascal.

No Domingo as celebrações terminaram com missa solene do Domingo de Páscoa, às 11h00, na Igreja Paroquial de Mangualde.

Todos estes momentos contaram com a participação de muitos fiéis.

Com a devida vénia salientamos duas citações das homilias do Rev. Cónego Jorge Seixas: “A Semana Santa não pode ficar reduzida a recordar coisas do passado, que aconteceram já há muitos séculos. Todos os momentos que estamos a viver nestes dias são momentos do hoje de Deus … Jesus Cristo é sempre o mesmo, ontem hoje e por toda a eternidade. A Semana Santa é tempo propício, é tempo de graça, é tempo de anunciar uma verdadeira primavera do espírito que renova as forças da nossa vida.” (Quinta Feira-Santa)

“Depois da longa travessia quaresmal… Depois da Semana Santa, nesta noite ressoou em todo o mundo cristão o anúncio da Páscoa, o canto da aleluia, a alegria por Cristo ressuscitado. “Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria”. É a maior festa dos cristãos.” (Domingo de Páscoa).

 
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HOMILIA DO 3º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Os quatros evangelistas terminam os seus textos com um conjunto de narrações, habitualmente chamadas de “aparições”. O texto do evangelho deste domingo é conhecido como a aparição de Jesus aos discípulos de Emaús, uma aldeia muito perto de Jerusalém, para onde se dirigiam estes dois discípulos que viveram a paixão e a morte de Jesus. Pedro, porém, diz: “Mas Deus ressuscitou-O, livrando-O dos laços da morte” (primeira leitura); “a nossa fé a nossa esperança estejam em Deus” (segunda leitura). Podemos fazer uma leitura catequética destes textos, tendo como base a própria celebração da Eucaristia.

Muitas vezes, a missa é vista como um acessório na vida do cristão. Tantas vezes, a assembleia reunida é mais espetadora do que participante. Há pessoas que vêm somente para cumprir o preceito. Porém, o texto do evangelho diz-nos que Jesus caminha connosco. Não é um acessório, não somos espetadores, caminhamos com Jesus pelo caminho da vida, feito de esperanças e de sofrimentos. É sugestiva a imagem do caminho. Toda a Igreja faz caminho com Jesus, apesar dos nossos olhos, devido ao cansaço e ao desânimo, não O reconhecerem. Mas caminhamos, porque só a sua presença e a sua companhia pode abrir-nos os olhos, reconhecendo-O na Eucaristia e nos pobres.

Na missa, as leituras bíblicas ocupam um lugar importante, apesar de algumas vezes não serem bem proclamadas e não se dar muita atenção quando são escutadas. Também podemos não estar preparados para conseguir captar o seu sentido. Há algumas pessoas que dizem que andamos a ler sempre o mesmo! Que podemos fazer para que a experiência dos discípulos de Emaús seja também a nossa? “Não ardia cá dentro o nosso coração, quando Ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?”. Este texto recorda-nos como, no tempo de Neemias, o povo escutava com lágrimas nos olhos os textos da Escritura (Ne 8,9). E nós, como escutamos esta Palavra de Deus?

Na missa, nunca faltam as oferendas do pão e do vinho, através das quais fazemos memória das palavras e dos gestos de Jesus na Última Ceia, na vigília da sua paixão e morte. A fração do pão é o nome mais antigo da missa. Este gesto ainda o mantemos um pouco antes da comunhão. O texto de Lucas deste domingo diz-nos claramente: “E quando se pôs à mesa, tomou o pão, recitou a bênção, partiu-o e entregou-lho. Nesse momento abriram-se-lhe os olhos e reconheceram-no. Mas Ele desapareceu da sua presença”. Não são palavras mágicas, mas as palavras que nos convidam a abrir os olhos da fé e a reconhecer a presença do Ressuscitado entre nós.

Há que viver a vida, fazendo a experiência dos discípulos de Emaús: encontrar Jesus, fazer o caminho da vida com Ele, escutar a sua palavra até arder no nosso coração, partilhar a mesa. “Eles partiram imediatamente de regresso a Jerusalém”. Como eles, temos de dar testemunho de Jesus Ressuscitado. Em Jerusalém, professaram a fé no Ressuscitado: “Na verdade, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão”. Acabaram-se as portas fechadas e o medo. Nunca esqueçamos a nossa missão de anunciar a ressurreição de Jesus. Que Ele continue a dar-nos entusiasmo e alegria para a missão. Por isso, façamos, hoje, o pedido dos discípulos de Emaús: “Fica connosco, Senhor!”.

Cónego Jorge Seixas 

 
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