Warning: Parameter 1 to modMainMenuHelper::buildXML() expected to be a reference, value given in /htdocs/public/geral/libraries/joomla/cache/handler/callback.php on line 99
S. Julião
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde

Calendário

<<  Março 2018  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
     1  2  3  4
  5  6  7  8  91011
12131415161718
19202122232425
262728293031 

Mapa

Coordenadas GPS:

40º36'21''N
7º45'57''W

Ver mapa aqui.

Entrada



Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje414
mod_vvisit_counterOntem1853
mod_vvisit_counterEsta semana414
mod_vvisit_counterEste mês79318
mod_vvisit_counterTotal4148688
Visitors Counter 1.5
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

«Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)»

 

Atenta à actual conjuntura nacional e mundial, a Conferência Episcopal Portuguesa decidiu promover um simpósio de interpelação da sociedade portuguesa, convocando todos os cidadãos para uma reflexão alargada e profunda sobre o futuro da solidariedade e o modelo de desenvolvimento das sociedades hodiernas. Sob o título “Reinventar a Solidariedade (em tempo de crise)”, o simpósio teve lugar no dia 15 de Maio, no Centro de Congressos de Lisboa.

Num contexto de incerteza e de profundas transformações económicas, sociais e políticas a nossa consciência não pode deixar de estar alerta. O desafio, para o qual se convocam todos os cidadãos, é o de se encontrarem novos modos e expressões para a solidariedade, ou seja, para que cada um de nós, individual e colectivamente, seja capaz de reinventar a solidariedade. Solidariedade entendida como expressão de Amor pelo próximo, mas também por todas as formas de vida e pelas futuras gerações.

Urge encontrar outro tipo de economia, compatível e solidário com a Vida. Uma economia solidária não no sentido estritamente social, mas no sentido sistémico, ou seja, solidária com as pessoas, com a natureza, com a cultura e o conhecimento. E, quando a interdependência é reconhecida, a resposta correlativa, como atitude moral e social e como “virtude”, é a solidariedade.

Parte da solução para o que vivemos passa pelo reacender de um certo sentido de comunitarismo, por mobilizar todos para formas de participação nos lugares. Nunca haverá uma cidadania nacional, europeia ou mundial enquanto cada um de nós não se envolver no seu prédio, na sua rua, no seu bairro, na sua paróquia, na sua escola. Mas, acima de tudo, urge reinventar a solidariedade pois é na relação com o Outro que o Homem se cumpre e se realiza. Pois dela resulta a paz – e um sentido mais pleno da História e da Humanidade!

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Vida com valores e formação para eles na família

 

Por iniciativa do saudoso Papa João Paulo II foi instituída uma Semana dedicada à Vida, que este ano se celebra de 10 a 17 de Maio e que portanto está a decorrer. Sobre ela e o tema proposto para este ano passo a escrever aos amigos alguns pensamentos.

Que a vida humana é importante e portanto deve ser amada, reflectida, apoiada e promovida, penso que ninguém duvida disso. Mas na prática sentimos diariamente como ela é ameaçada e espezinhada por muitos de nós, desde o seu início até ao seu termo natural, quer no ambiente familiar quer na sociedade e no mundo, nuns países mais que noutros. Todos os dias nos confrontamos com o aborto, a violência, as guerras, o trânsito desenfreado nas nossas estradas sem respeito por todos os que nelas circulam, a poluição da natureza, o esbanjamento dos recursos naturais por alguns, a míngua de meios de subsistência para muitos concidadãos. Estes atentados à vida são da responsabilidade do próprio homem, que não reflecte que não podemos fazer aos outros o que não gostamos que nos façam a nós, ou pela positiva, que devemos fazer aos outros o que gostaríamos que também nos fizessem a nós. A par disto há os perigos e ameaças provenientes das catástrofes naturais ou das doenças, para já não falar das pandemias, que de vez em quando dizimam muitas vidas. Mas aqui não estou a falar das doenças ou viroses, que fazem parte da fragilidade da nossa natureza e que, embora devamos procurar as medicinas mais eficazes para as curar, no entanto sabemos que não podemos prolongar indefinidamente este tipo de vida biológica. Muitos confundem vida com saúde e passam os seus dias obcecados com o bem estar físico, fazendo da saúde o centro dos seus interesses, por assim dizer, a sua religião. Se assim fosse, os doentes, os deficientes e tantos irmãos nossos que passaram por este mundo a sofrer, não teriam usufruído da vida. É importante não confundirmos vida com saúde, pois também os doentes podem encontrar um sentido para o seu sofrimento e para a sua vida. Isto podemos constatar naqueles que se entregam às grandes causas em favor do próximo e da humanidade, arriscando a sua vida. Podemos dizer que estes vivem o sentido da sua existência intensamente, como é afirmado por Jesus Cristo no sermão da montanha: Felizes os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino do Céu (Mt 5, 10).

Com a afirmação de que a vida é o valor fundamental e o primeiro direito da pessoa humana e sem ela nada tem sentido, passo a mencionar o tema da Semana da Vida deste ano: Vida com valores e formação para eles na família. Para todos é claro que a vida humana deve surgir como uma opção de amor de um homem e uma mulher, de um amor que não se pode confundir com a satisfação de um prazer momentâneo, mas que aposta firmemente no bem do outro a quem se une por amor e assume as consequências do que desse amor pode surgir, contribuindo com todas as suas forças e meios para o bem da nova vida surgida dessa relação, o que exige estabilidade do casal e abertura à sociedade e à vida. Com isto afirmamos que a vida humana precisa da família para se desenvolver e inserir no mundo dos humanos, tarefa educativa cujo primeiro responsável é o próprio casal. Essa educação precisa de ser orientada em determinado sentido, que contribua para uma realização harmónica dos novos seres e a sua inserção na sociedade. Isto significa que precisamos de normas que orientam o processo educativo, o mesmo é dizer que não há educação sem valores. Sem querer ser exaustivo, aponto apenas alguns desses valores, deixando para a vossa reflexão o seu conteúdo ou mesmo a indicação de outros que aqui foram omitidos.

Creio que depois da vida podemos mencionar como um valor e um direito fundamental a família, como primeira escola, em que o testemunho do amor é imprescindível. Quando isso falta, os remendos supletivos da sociedade nunca conseguem o mesmo resultado. A partir daqui tudo se desenvolve até ao apogeu de uma vida feliz, em que transparecem os valores da alegria, da esperança, do respeito pelos outros, da dignidade pessoal, da liberdade, da verdade, da paz, da justiça, do trabalho, da aprendizagem das ferramentas do saber, da comunicação, da transformação positiva dos ambientes hostis ou desfavoráveis à convivência pacífica, do contributo dado ao bem comum. No fundo, é na família que aprendemos os valores, encarando a vida como um contínuo receber e dar até nos entregarmos totalmente a quem amamos.

Concluindo, direi que não é numa semana que aprendemos a viver na família com valores, mas que isso é uma aprendizagem de toda a vida. Mas esta semana vem lembrar-nos a importância dum bem fundamental, sempre ameaçado e sempre a desafiar quem nele acredita. O Estado e todas as forças organizativas da sociedade têm de orientar toda a sua acção e recursos para que a família possa desempenhar esta missão fundamental e suprir, não substituir, quando for preciso.

Celebremos então a semana da vida e façamos o nosso exame de consciência, para estarmos conscientes de quanto nos resta caminhar.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Fátima atenta à Crise

img_1348_800x600

O recinto do Santuário de Fátima encheu para acompanhar a procissão e participar na Eucaristia deste 13 de Maio, celebração que marca os 92 anos das aparições em Fátima. 123 grupos de 25 países uniram-se aos milhares de portugueses que se deslocaram à Cova da Iria.

A presidir à celebração esteve D. Óscar Maradiaga, Presidente da Cáritas Internacional. Na sua homilia, o Cardeal hondurenho referiu que “o nosso mundo encontra-se submerso em profundas crises de fé, de ética, de humanidade e parece ter perdido a orientação moral”.

“A crise financeira que estamos a viver é simplesmente um sinal disto. A mão invisível que supostamente teria que guiar o mercado, tornou-se uma mão desonesta e cheia de cobiça”, denunciou.

"Já não sabe onde está a fronteira entre o bem e o mal. Pode ser que tenha uma próspera bolsa de valores, mas sem valores”, disse ainda.

D. Óscar Maradiaga destacou que "a Virgem de Fátima trouxe-nos a mensagem do Santo Rosário que não passou de moda, como pensam alguns".

"Maria ajuda a manter vivas as atitudes de atenção, de serviço, de entrega e de gratuidade que devem distinguir os discípulos do seu Filho. Indica, além disso, qual é a pedagogia para que os pobres, em cada comunidade cristã, se sintam como em sua casa", apontou.

O Arcebispo de Tegucigalpa falou do exemplo de Maria e da actualidade da mensagem de Fátima: “Na primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima, parecia que estava perdida toda a esperança. Ameaças terríveis espreitavam o mundo. Ela veio trazer-nos a esperança que brota da Divina Providência de um Deus que é amor e que não abandona a obra das suas mãos”.

Também hoje, prosseguiu, "com o exemplo e o auxílio da Virgem, as comunidades cristãs continuam a missão de conduzir ao encontro com Cristo e, por isso, a invocamos novamente como Estrela da nova evangelização”.

“Que Nossa Senhora de Fátima, que concebeu primeiro a Jesus Cristo no coração e depois nas suas entranhas, continue a ser mãe e modelo de fecundos discípulos missionários na Igreja de Portugal e de todo o mundo e nos guie nos novos caminhos pastorais e espirituais”, em especial neste tempo de dificuldade, concluiu.

Ontem, apesar da noite fria, o Santuário de Fátima juntou cerca de 200 mil pessoas para ouvir a mensagem que o Cardeal trouxe. O Cardeal Maradiaga destacou a mensagem de “esperança e de fé” do local.

“A mensagem de Fátima é muito actual”, referiu. “Em 1917, viviam-se anos muito difíceis, em plena Guerra Mundial. Havia também muita pobreza e mensagem de Maria foi de esperança”.

Também o Bispo de Leiria–Fátima, D. António Marto quis ter presente nesta celebração aniversária a crise e as dificuldades que os portugueses atravessam, referindo que a simples participação não é suficiente. “Deve provocar um assumir das responsabilidades a favor dos que precisam” e infundir “coragem para dar os passos necessários para resolver a situação actual”.

Segundo informações do Santuário de Fátima inscreveram-se para a benção dos doentes 424 peregrinos. Foram 779 os peregrinos de cumpriram as suas promessas e 872 a passar pelo lava-pés. Ao serviço aos peregrinos encontravam-se quase 200 servitas. Também 38 escuteiros, três médicos e cinco enfermeiros estão ao dispor dos fiéis. A Eucaristia de 13 de Maio foi concelebrada por 21 Bispos e 360 sacerdotes.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

A Crise como Mudança

 

Crise.

A palavra mais usada nos jornais, ouvida nas televisões e rádios e de referência obrigatória nas conversas de café e da rua e nos discursos políticos. Mas que quer dizer esta palavra?

Os dicionários definem-na como fase grave, complicada, difícil. Momento de tensão ou impasse na vida de uma pessoa, de um grupo social na evolução de determinadas situações. No momento presente, do mundo, já que o fenómeno da crise actual se globalizou.

De que crise se trata? Primeiro começou no imobiliário, saltou para os bancos e seguradoras, atingiu os negócios e instalou-se na sociedade, gerando milhões de desempregados. Ou seja, a crise financeira e económica.

Mas a crise é mais funda. Para que o mundo financeiro apanhasse tão grande derrocada, houve comportamentos e atitudes que estiveram na origem de tal situação. Gestores, sem escrúpulos e sem consciência, agiram só na voragem do lucro e numa ganância desmedida. Sem qualquer preocupação ética. Numa economia completamente desregulada, o que já levou os seus autores a desculparem-se publicamente.

O resultado é o mundo que está à vista, não se vendo a luz ao fundo do túnel para uma eventual saída. Cada dia que passa traz surpresas novas e nem as mais prestigiadas mentes de nível internacional conseguem prever o que possa acontecer no imediato. E nem se atrevem sequer a emitir opiniões, tal é a velocidade com que os acontecimentos evoluem. E assim estamos no mundo onde nos foi dado viver. Mas a crise não pode ser considerada como um momento de andar para trás. Esses tempos não podem nem devem mais voltar.

A palavra, na sua etimologia grega, significa também crescimento. A crise abre a oportunidade para a mudança e para escolher a esperança contra o medo, contra o conflito, contra a discórdia.

Se a crise é caminho de crescimento, importa recuperar coragem para assumir as novas opções. Os países elaboraram planos de resposta à crise. Mas estes planos têm de ser acompanhados pelas respectivas populações.

É urgente: premiar o trabalho, o esforço, a mudança dos estilos de vida, a remuneração dos gestores conforme os resultados obtidos. E o assumir de vez a responsabilidade ambiental. E sobretudo a grande tarefa: acabar com a pobreza.

Não vai ser fácil, pois os egoísmos pessoais e nacionais levam quase sempre a melhor. Mas não há que desistir. E, entre nós, como se passam as coisas?

Muitos continuam a viver no mundo das ilusões com férias paradisíacas e gastos supérfluos sem justificação. Claro que tem de haver consumo para reanimar a economia. Mas instalaram-se tais hábitos de novos ricos que vai ser complicado quando se cair na realidade.

Depois as fugas do segredo de justiça desviam as atenções dos portugueses das dificuldades do momento. Será que o País é incapaz de se regenerar?

Mas todos temos de colaborar.

 

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Bento XVI na Terra Santa

 

bento_xvi_800x600

 

Bento XVI iniciou sexta-feira, 8 de Maio, a sua primeira visita à Terra Santa, num percurso que inclui, até ao dia 15, a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinianos. Esta será a 12ª viagem internacional do actual Papa, eleito em Abril de 2005, e a mais importante até ao momento. Os oito dias de viagem são marcados por uma agenda invulgarmente preenchida. O Papa, que completou recentemente 82 anos de idade, proferirá quase 30 discursos, saudações e homilias, ao longo dos vários encontros com fiéis, líderes religiosos e autoridades políticas da região. O Vaticano tem insistido na ideia de que o Papa viaja como “peregrino”, com o objectivo de confirmar os cristãos na fé, para falar de paz numa terra devastada há longas décadas por conflitos e continuar no caminho do ecumenismo e do diálogo entre as três grandes religiões monoteístas. O Missal para as celebrações pontifícias tem como título “Felizes os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”, citação do Evangelho segundo São Mateus. Vários são os momentos em que os fiéis são convidados a rezar pela paz, o diálogo e a justiça no Médio Oriente. Após as recentes polémicas sobre o Holocausto e dos danos provocados pela ofensiva israelita em Gaza, Bento XVI tem pela frente um teste importante ao tornar-se o terceiro Papa dos tempos modernos a visitar a Terra Santa, depois de Paulo VI (1964) e João Paulo II (2000).

 

 

 
<< Início < Anterior 171 172 173 174 Seguinte > Final >>

Página 171 de 174