S. Julião
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde

Calendário

<<  Abril 2018  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
        1
  2  3  4  5  6  7  8
  9101112131415
16171819202122
23242526272829
30      

Entrada



Mapa

Coordenadas GPS:

40º36'21''N
7º45'57''W

Ver mapa aqui.

Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje1474
mod_vvisit_counterOntem2298
mod_vvisit_counterEsta semana3772
mod_vvisit_counterEste mês38076
mod_vvisit_counterTotal4427905
Visitors Counter 1.5
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O MÊS DE MARIA

me_800x600

O Directório sobre a piedade popular e a Liturgia, publicado pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos em 17 de Dezembro de 2001 (editado em português pelas Edições Paulinas e pelo Apostolado da Oração), dedica o seu Capítulo V à veneração para com a Bem-aventurada Virgem Maria (nn. 183-207). Mas já no capítulo precedente, dedicado à relação entre a religiosidade popular e o ano litúrgico as expressões de veneração mariana tiveram tratamento privilegiado sendo de destacar, no tempo pascal, “o encontro do Ressuscitado com a Mãe (n. 149) e “a saudação pascal à Mãe do Ressuscitado” (n. 151).

“A piedade popular à Bem-aventurada Virgem, variada nas suas expressões e profunda nas suas motivações, é um facto eclesial relevante e universal. Dimana da fé e do amor do povo de Deus a Cristo, Redentor do género humano e da percepção da missão salvífica que Deus confiou a Maria de Nazaré, pelo que a Virgem não é só a Mãe do Senhor e do Salvador, mas também, no plano da graça, a Mãe de todos os homens. De facto, “os fiéis compreendem facilmente o vínculo vital que une o Filho à Mãe. Sabem que o Filho é Deus e que Ela, a Mãe dele, é também sua mãe. Intuem a santidade imaculada da Virgem e, embora a venerem como rainha gloriosa no céu, estão contudo seguros de que ela, cheia de misericórdia, intercede a seu favor e, portanto, imploram com confiança o seu patrocínio. Os mais pobres sentem-na particularmente próxima de si. Sabem que ela foi pobre como eles, que sofreu muito, que foi paciente e mansa. Sentem compaixão pela sua dor na crucifixão e morte do Filho, e alegram-se com ela pela ressurreição de Jesus. Celebram com alegria as suas festas. Participam de bom grado nas procissões, vão em peregrinação aos santuários, gostam de cantar em sua honra e oferecem-lhe dons votivos. Não toleram que alguém a ofenda e instintivamente desconfiam de quem não a honra”” (n. 183).

“Relativamente à piedade mariana do povo de Deus, a Liturgia deve mostrar-se como “forma exemplar”, fonte de inspiração, constante ponto de referência e meta última” (n. 184).

“A directriz fundamental do Magistério em relação aos exercícios de piedade é que eles se possam reconduzir à “confluência do único culto que tem realmente direito a chamar-se cristão porque só de Cristo recebe a sua eficácia, em Cristo se exprime totalmente e, por meio de Cristo no Espírito, conduz ao Pai” (Paulo VI, Marialis cultus, intr.). Isto significa que os exercícios de piedade mariana - embora nem todos do mesmo modo e na mesma medida - devem:

- exprimir a nota trinitária que distingue e qualifica o culto ao Deus da revelação neotestamentária, ao Pai, ao Filho e ao Espírito; a componente cristológica, que evidencia a única e necessária mediação de Cristo; a dimensão pneumatológica, já que todas as expressões genuínas de piedade provêm do Espírito e nele se realizam; o carácter eclesial, pelo qual os baptizados, constituindo o povo santo de Deus, oram reunidos em nome do Senhor (cf. Mt 18, 20) e no espaço vital da Comunhão dos Santos;

- recorrer constantemente à Escritura divina, entendida no quadro da sagrada Tradição; não descurar, mesmo que professando totalmente a fé da Igreja, as exigências do movimento ecuménico; considerar os aspectos antropológicos das expressões cultuais, de maneira que reflictam uma válida concepção do homem e correspondam às suas exigências; evidenciar a tensão escatológica, essencial à mensagem evangélica; explicitar o empenhamento missionário e o dever de testemunho, que competem aos discípulos do Senhor” (n. 186).

Entre os “tempos dos exercícios de piedade mariana”, o Directório menciona os “meses marianos” (nn. 190-191). O Directório recomenda a articulação do mês de Maria, em Maio, com o tempo pascal: “os exercícios de piedade deverão evidenciar a participação da Virgem no mistério pascal (cf. Jo 19, 25-27) e no evento pentecostal (cf. Act 1, 14) que inaugura a caminhada da Igreja; uma caminhada que ela, tornada participante da novidade do Ressuscitado, percorre guiada pelo Espírito. E, porque os “cinquenta dias” são o tempo próprio para a celebração e a mistagogia dos sacramentos da iniciação cristã, os exercícios de piedade do mês de Maio poderão utilmente dar relevo à função que a Virgem, glorificada no céu, desempenha na terra, “aqui e agora”, na celebração dos sacramentos do Baptismo, da confirmação e da Eucaristia”. Segundo a directiva da Constituição Sacrosanctum Concilium, importa que “o ânimo dos fiéis se dirija antes de mais para as festas do Senhor, nas quais, durante o ano, se celebram os mistérios da salvação” (SC 108), aos quais, por certo, está associada a Bem-aventurada Virgem Maria. E nada deve ofuscar a primazia a dar ao Domingo, memória hebdomadária da Páscoa, “o dia de festa primordial”” (n. 191).

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

O Trabalho e o Desemprego

 

Numa altura em que muitos sentem na pele a instabilidade da crise financeira e económica, não poderia deixar de abordar a relação da pessoa humana com o trabalho, não apenas como meio de subsistência, mas também como realização da própria pessoa.

Em tempos de crise é preciso não perder de vista a hierarquia de valores, de modo a não se deixar absorver pelo imediato e esquecer ou negligenciar o que é mais importante. Com certeza que ninguém duvida que a pessoa humana, a sua dignidade está acima das realidades económicas e financeiras. Estas devem estar orientadas para o bem da pessoa e da sociedade, do bem comum. Por isso não é racional nem justo colocar a solidez financeira ou económica acima do bem das pessoas, e muito menos quando essa solidez apenas diz respeito a alguma elite social.

 

 

Continuar...
 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Canonização de Nuno Álvares é uma Festa para Portugal

 

 

À primeira vista há quem manifeste perplexidade. Porquê falar de Nuno Álvares Pereira em pleno século XXI, e ainda por cima como referência religiosa? Porquê homenageá-lo como referência cristã?

A dúvida tem, no entanto, muito menos a ver com a personagem histórica e com o seu significado, do que com a sua escolha em diversos momentos (cuja recordação está viva) em nome de uma relação equívoca entre o Estado e a Igreja ou de uma relação na qual havia quem desejasse que as fronteiras não fossem nítidas – como em tempos da pré-história da liberdade religiosa, distantes de uma laicidade serena e criadora.

É, pois, tempo de olhar a figura, em si, para além de equívocos e de aproveitamentos. Não há, assim, razão para associá-la a um nacionalismo desajustado dos sinais dos tempos de hoje, nem para a ligar a um patriotismo fechado e retrógrado, que Nuno Álvares Pereira nunca assumiu. É que aquilo que muitas vezes vem à memória não é a memória autêntica do herói e do santo, mas são as referências mais recentes de um tempo em que o Condestável foi usado como bandeira de causas de isolamento e de auto-comprazimento nacional…

 

 

Continuar...
 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

“A Ceia desenvolve-se, no contexto desta «entrega», que é, ao mesmo tempo, passiva ou sofrida por Jesus, e activa e assumida livremente por Ele. O Pão e o vinho, sobre a mesa, que antecipam o gesto supremo da sua vida entregue, do Seu corpo dado e do Seu sangue derramado, mostram que é Jesus, Ele mesmo, que livremente se entrega agora por nós! Vistas bem as coisas, naquela noite, Jesus ocupa todo o cenário. É actor único, que actua e fala realmente; é ele o significado de tudo o diz e acontece. Ele é o Pão e o vinho. Ele é a história viva que aqueles símbolos narram. Ele é o dom. Ele é a memória. A Eucaristia torna-se assim a celebração da Páscoa do Senhor, o memorial dessa maravilha, a maior entre todas as maravilhas de Deus: o dom de Seu Filho, pelo Qual a morte é vencida e transformada em Vida. Por consequência, o Corpo e o Sangue de Cristo, são-nos dados, para que também nós mesmos sejamos transformados. “Com efeito, - diz o Papa - não é o alimento eucarístico, que se transforma em nós, mas somos nós que acabamos misteriosamente mudados por Ele” (Sac. Carit.70)”.

 

“E, neste dia do sacerdócio, rezai por mim, para que me entregue a Vós com o amor de Cristo e assim vos dê o exemplo, «para que assim como Eu fiz, vós façais também» (Jo.13,15)”. (Extractos da homilia de quinta-feira santa)

 

 

O Crucificado é sabedoria e poder de Deus, porque manifesta verdadeiramente quem é Deus, ou seja, o poder inerme do seu amor, que vai até à Cruz, para salvar o homem. Pois bem, “a séculos de distância, nós vemos que, na história do mundo, venceu a Cruz e não a sabedoria, que se opõe à Cruz. Deus serve-se de modos e instrumentos que, à primeira vista, nos parecem tão débeis e frágeis. E isso diz-nos, com toda a clareza e beleza, que podemos encontrar a nossa força, precisamente na humildade do amor. Podemos encontrar a sabedoria, naquele amor, que nos torna frágeis, naquele amor, capaz de renunciar a si mesmo, para nos fazer entrar assim na força de Deus (Bento XVI), fiados na sua graça”. (Extracto da homilia de sexta-feira Santa)

 

“Na sua ressurreição, Jesus, com a radicalidade do seu Amor, no qual se tocaram o coração de Deus e o coração do homem, tomou verdadeiramente a Luz do céu e trouxe-a à terra – trouxe a luz da verdade e o fogo do amor, que transformam o ser do homem. Porque somos baptizados, o fogo desta luz desceu ao nosso íntimo, a luz de Deus entrou em nós e assim nos tornámos filhos da luz! O Senhor deu-nos a luz da verdade. Esta luz é ao mesmo tempo também fogo, força que nos vem de Deus: uma força que não destrói, antes quer transformar os nossos corações, para nos tornar verdadeiramente artífices de uma nova criação!” “Protejamos esta Luz, contra todas as forças e ventos, que pretendem extingui-La, tentando lançar-nos, de novo, na escuridão de um mundo sem Deus, ou de uma vida sem alma, ou de uma alma sem vida.” (Extracto da homilia da Vigília Pascal)

 

“A Páscoa é passagem. Passagem dos hebreus da escravidão do Egipto à liberdade da terra prometida. Passagem de Cristo da morte na cruz à luz da ressurreição. Passagem dos cristãos, que acreditam e vivem a ressurreição do Senhor, das trevas à luz, do desânimo à esperança, do individualismo à comunidade. Pela sua entrega na cruz e pela sua ressurreição, Cristo venceu a força da maldade e da mentira, do pecado e da morte e promete aos discípulos a vitória do amor e da alegria.”

Como estamos necessitados desta Boa Nova, como ansiamos por acreditar e saborear este anúncio jubiloso! As trevas que caíram sobre a terra, na Paixão do Senhor, ainda não se dissiparam. Continuam a escurecer o horizonte de muita gente. A cruz, levantada no Calvário, continua a dominar fortemente a vida da humanidade. Sentimos sobre nós o peso do sofrimento, o escândalo da injustiça, a força da mentira, o medo da crise, a ameaça da violência, a angústia da doença. Quem nos poderá livrar da realidade dolorosa da cruz e do poder da maldade e da morte?

“Em tempos de tantos problemas, ergamos os olhos para Jesus Ressuscitado e agradeçamos-lhe tanto amor por nós e procuremos segui-lo, porque Ele é o que tem palavras de vida eterna. Que a paz e a alegria encham os vossos corações, irmãos caríssimos, e os de todos os vossos familiares e amigos. Que a Páscoa destrua os pesadelos e as miragens que a noite dos nossos medos traz, por vezes, às nossas vidas. Que a vitória do Senhor da Vida sobre a morte dê sentido às nossas vidas. Por isso, proclamemos sem medo: Cristo Ressuscitou, Aleluia, Aleluia.” (Extracto da homilia de Domingo de Páscoa)

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Missa dos Ramos

100_1772_800x600

100_1774_800x600

100_1775_800x600

 

 

 
<< Início < Anterior 171 172 173 174 175 176 Seguinte > Final >>

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL