S. Julião
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Canonização de Nuno Álvares é uma Festa para Portugal

 

 

À primeira vista há quem manifeste perplexidade. Porquê falar de Nuno Álvares Pereira em pleno século XXI, e ainda por cima como referência religiosa? Porquê homenageá-lo como referência cristã?

A dúvida tem, no entanto, muito menos a ver com a personagem histórica e com o seu significado, do que com a sua escolha em diversos momentos (cuja recordação está viva) em nome de uma relação equívoca entre o Estado e a Igreja ou de uma relação na qual havia quem desejasse que as fronteiras não fossem nítidas – como em tempos da pré-história da liberdade religiosa, distantes de uma laicidade serena e criadora.

É, pois, tempo de olhar a figura, em si, para além de equívocos e de aproveitamentos. Não há, assim, razão para associá-la a um nacionalismo desajustado dos sinais dos tempos de hoje, nem para a ligar a um patriotismo fechado e retrógrado, que Nuno Álvares Pereira nunca assumiu. É que aquilo que muitas vezes vem à memória não é a memória autêntica do herói e do santo, mas são as referências mais recentes de um tempo em que o Condestável foi usado como bandeira de causas de isolamento e de auto-comprazimento nacional…

 

 

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“A Ceia desenvolve-se, no contexto desta «entrega», que é, ao mesmo tempo, passiva ou sofrida por Jesus, e activa e assumida livremente por Ele. O Pão e o vinho, sobre a mesa, que antecipam o gesto supremo da sua vida entregue, do Seu corpo dado e do Seu sangue derramado, mostram que é Jesus, Ele mesmo, que livremente se entrega agora por nós! Vistas bem as coisas, naquela noite, Jesus ocupa todo o cenário. É actor único, que actua e fala realmente; é ele o significado de tudo o diz e acontece. Ele é o Pão e o vinho. Ele é a história viva que aqueles símbolos narram. Ele é o dom. Ele é a memória. A Eucaristia torna-se assim a celebração da Páscoa do Senhor, o memorial dessa maravilha, a maior entre todas as maravilhas de Deus: o dom de Seu Filho, pelo Qual a morte é vencida e transformada em Vida. Por consequência, o Corpo e o Sangue de Cristo, são-nos dados, para que também nós mesmos sejamos transformados. “Com efeito, - diz o Papa - não é o alimento eucarístico, que se transforma em nós, mas somos nós que acabamos misteriosamente mudados por Ele” (Sac. Carit.70)”.

 

“E, neste dia do sacerdócio, rezai por mim, para que me entregue a Vós com o amor de Cristo e assim vos dê o exemplo, «para que assim como Eu fiz, vós façais também» (Jo.13,15)”. (Extractos da homilia de quinta-feira santa)

 

 

O Crucificado é sabedoria e poder de Deus, porque manifesta verdadeiramente quem é Deus, ou seja, o poder inerme do seu amor, que vai até à Cruz, para salvar o homem. Pois bem, “a séculos de distância, nós vemos que, na história do mundo, venceu a Cruz e não a sabedoria, que se opõe à Cruz. Deus serve-se de modos e instrumentos que, à primeira vista, nos parecem tão débeis e frágeis. E isso diz-nos, com toda a clareza e beleza, que podemos encontrar a nossa força, precisamente na humildade do amor. Podemos encontrar a sabedoria, naquele amor, que nos torna frágeis, naquele amor, capaz de renunciar a si mesmo, para nos fazer entrar assim na força de Deus (Bento XVI), fiados na sua graça”. (Extracto da homilia de sexta-feira Santa)

 

“Na sua ressurreição, Jesus, com a radicalidade do seu Amor, no qual se tocaram o coração de Deus e o coração do homem, tomou verdadeiramente a Luz do céu e trouxe-a à terra – trouxe a luz da verdade e o fogo do amor, que transformam o ser do homem. Porque somos baptizados, o fogo desta luz desceu ao nosso íntimo, a luz de Deus entrou em nós e assim nos tornámos filhos da luz! O Senhor deu-nos a luz da verdade. Esta luz é ao mesmo tempo também fogo, força que nos vem de Deus: uma força que não destrói, antes quer transformar os nossos corações, para nos tornar verdadeiramente artífices de uma nova criação!” “Protejamos esta Luz, contra todas as forças e ventos, que pretendem extingui-La, tentando lançar-nos, de novo, na escuridão de um mundo sem Deus, ou de uma vida sem alma, ou de uma alma sem vida.” (Extracto da homilia da Vigília Pascal)

 

“A Páscoa é passagem. Passagem dos hebreus da escravidão do Egipto à liberdade da terra prometida. Passagem de Cristo da morte na cruz à luz da ressurreição. Passagem dos cristãos, que acreditam e vivem a ressurreição do Senhor, das trevas à luz, do desânimo à esperança, do individualismo à comunidade. Pela sua entrega na cruz e pela sua ressurreição, Cristo venceu a força da maldade e da mentira, do pecado e da morte e promete aos discípulos a vitória do amor e da alegria.”

Como estamos necessitados desta Boa Nova, como ansiamos por acreditar e saborear este anúncio jubiloso! As trevas que caíram sobre a terra, na Paixão do Senhor, ainda não se dissiparam. Continuam a escurecer o horizonte de muita gente. A cruz, levantada no Calvário, continua a dominar fortemente a vida da humanidade. Sentimos sobre nós o peso do sofrimento, o escândalo da injustiça, a força da mentira, o medo da crise, a ameaça da violência, a angústia da doença. Quem nos poderá livrar da realidade dolorosa da cruz e do poder da maldade e da morte?

“Em tempos de tantos problemas, ergamos os olhos para Jesus Ressuscitado e agradeçamos-lhe tanto amor por nós e procuremos segui-lo, porque Ele é o que tem palavras de vida eterna. Que a paz e a alegria encham os vossos corações, irmãos caríssimos, e os de todos os vossos familiares e amigos. Que a Páscoa destrua os pesadelos e as miragens que a noite dos nossos medos traz, por vezes, às nossas vidas. Que a vitória do Senhor da Vida sobre a morte dê sentido às nossas vidas. Por isso, proclamemos sem medo: Cristo Ressuscitou, Aleluia, Aleluia.” (Extracto da homilia de Domingo de Páscoa)

 
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Missa dos Ramos

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Celebrar a Páscoa

 

A Semana Santa, o Tríduo Pascal (Quinta, Sexta e Sábado Santo) e o Tempo da Páscoa (que se prolonga por cinquenta dias) não se celebram apenas na liturgia (sacramentos e liturgia das horas), mas também com devoções populares que, nalguns casos, podem contribuir para expressar e fomentar a fé do povo de Deus no mistério pascal. Basta pensar nas procissões e dramatizações, da Paixão, do Enterro do Senhor, na Via Sacra, na Visita Pascal e outras. Muitas destas formas de religiosidade popular são admiráveis e serviram para manter a fé do povo cristão, especialmente quando as celebrações litúrgicas se tornaram difíceis de compreender. Porém, temos de reconhecer que hoje é necessário agir com discernimento, para que não se troque o essencial pelo secundário. O que é central é a celebração do mistério pascal: a pessoa de Jesus Cristo, a prioridade da Vigília Pascal, a estreita ligação entre Quaresma-Semana Santa e as sete semanas do Tempo Pascal que se conclui com o Pentecostes. Se às procissões se dá mais importância do que à Vigília Pascal, se na Cruz não se contempla já o Ressuscitado, se a bênção dos Ramos, do fogo ou da água se destacam mais do que o resto da celebração, se a preparação do “folar” e da “visita pascal” valem mais do que a participação na Missa de Páscoa …, então será necessário tentar purificar e reorganizar estas manifestações que, sem lhes tirar o mérito, não podem abafar a riqueza do mistério pascal.

Santa e feliz Páscoa!

 
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A propósito dos preservativos…

 

 

Causou algum escândalo a afirmação do Papa, várias vezes repetida como tese da Igreja, de que o preservativo não é a solução para o combate ao vírus da Sida. Que queriam que ele dissesse? Afirmando que sim, banalizava o valor, o sentido e a vivência da sexualidade, enquanto dimensão do ser humano, centro, símbolo e expressão das relações profundas da pessoa, a viver no amor, na fidelidade (confiança recíproca), na estabilidade e na responsabilidade.
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