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Cavaco Silva reeleito

Aníbal Cavaco Silva foi reeleito,  no dia 23 de Janeiro, Presidente da República de Portugal, obtendo 52,94% dos votos (menos 500 mil do que em 2006).

Mais de 42 mil pessoas tiveram problemas para votar, a abstenção nas eleições presidenciais foi grande, (53,37%) mas poderia ter sido menor se todos os que se dirigiram às assembleias de voto soubessem o seu número de eleitor.

 

Cavaco Silva – 52,9%

Manuel Alegre – 19,7%

Fernando Nobre – 14,1%

Francisco Lopes – 7,1%

José Manuel Coelho – 4,5%

Defensor Moura – 1,5%

Abstenção – 53,3

 

Cavaco Silva prometeu mais transparência nas decisões, mais respeito pela dignidade das pessoas, mais cumprimento das promessas e uma “magistratura actuante” para “Portugal encontrar um rumo de futuro”. E garante que não irá “abdicar” de nenhum poder.

Deixou uma palavra aos que, querendo votar, não o puderam fazer por razões burocráticas.

Salientou: “ Cumprirei o que prometi” e que será presidente de todos os portugueses. Portugal estará sempre em primeiro”.

 
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Mangualde vai ter equipa de Sapadores Florestais

Ministro da Agricultura, António Serrano, e Presidente da CM Mangualde, João Azevedo, estiveram  na inauguração do Gabinete a 12 de Maio, em Mangualde.

A candidatura apresentada para o Concelho de Mangualde foi seleccionada e será, assim, constituída uma equipa de Sapadores Florestais durante o ano de 2011. O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, António Serrano, cumpre, desta forma, a promessa efectuada perante centenas de agricultores, em Maio último, aquando da inauguração em Mangualde do Gabinete de Apoio ao Agricultor.

A importância do desempenho das equipas de Sapadores Florestais na protecção da floresta portuguesa e na primeira intervenção aos fogos nascentes, bem como a importância social destas equipas com a criação de emprego especializado nas zonas rurais foram os principais factores apontados para a criação desta equipa.

Esta iniciativa integra-se no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios, que contempla a criação anual de vinte novas equipas de Sapadores Florestais.

 
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Adega Cooperativa de Mangualde

com balção de apoio a subsídios

No dia 6 de Janeiro, vários sócios da Adega Cooperativa de Mangualde assistiram  a uma sesão de esclarecimento sobre a Aplicação da Politica Agricola Comum e  Apoio ao Rendimento aos Agricultores.

Técnicos da Confagri esclareceram os presentes sobre alguns apoios a que se podem candidatar, mudanças no parcelário (corrigir e rectificar), etc e, a partir do meado do mês de Fevereiro, já o podem fazer nas instalações desta Adega.

Nas instalações da Adega já tiveram formação 46 formandos a nivel da Aplicaçao dos Produtos Fitofarmaceuticos e os técnicos referiram a importância desta e de outras formações as quais os sócios devem aproveitar, são Cursos certificados e homolgados até 2013 e que, no futuro, podem ter que os pagar.

Todos sabemos que a agricultura está de “rastos”, mas, segundo alguns especialistas, pode ter ainda importância e pode até haver uma ajuda adicional.

A Adega pretende que os seus associados estejam mais informados.

 
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Aos nossos Assinantes

Muito temos de agradecer a todos os nossos assinantes que continuam  a preferir o Notícias da Beira.

Neste ano haverá uma alteração no custo da assinatura. A partir  de 1 de Fevereiro, os preços são os seguintes:

 

No Continente, de 15,24 passará para 15,50.

No Estrangeiro, de 15,24 passará para 22,50

Assinatura solidária – 26,50

Assinatura benfeitor – 30,28

As despesas são cada vez mais elevadas, particularmente para o estrangeiro.

Toda a equipa directiva continua a ser voluntária e gratuita.

Pedimos a todos a maior compreensão.

Bem hajam.

 
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Evangelizar a Cidade

(25º aniversário da Cidade de Mangualde)

O dever de anunciar a fé é dinamismo constitutivo da natureza da Igreja. Cada crente, que fez, na sua união a Jesus Cristo, a experiência libertadora da salvação, sente-se impelido, por uma força interior, a anunciar a outros essa experiência como uma boa-nova de vida. A palavra “Evangelho” significa isso mesmo: uma “boa-nova” para todos os que buscam a vida. Evangelizar é proclamar essa “boa-nova”.

O primeiro a revelar uma consciência viva do destino universal da “boa-nova” da salvação, foi o próprio Jesus Cristo. Abraçar a humanidade num acto de amor redentor, expressão do amor com que Deus ama todos os homens, foi a experiência mais profunda de Jesus Cristo. A urgência da proclamação do amor de Deus pelos homens brota do Seu coração e do sentido que deu à Sua vida, oferecendo-a pela humanidade. Ao oferecer a Sua vida no altar da cruz, Cristo sabe que a Sua morte é um ponto de viragem para toda a humanidade. Levar essa notícia a todos os homens e introduzi-los no dinamismo da salvação, decorre da dimensão universal da vida e morte de Jesus Cristo. Ele sabe que, na Sua morte e ressurreição, uma nova luz da esperança brilha para toda a humanidade. A exigência de dar a conhecer essa luz é expressa pelo próprio Jesus na pregação do Reino. Aos discípulos Ele diz: “Vós sois a luz do mundo… Não se acende uma lâmpada para a colocar debaixo do alqueire, mas no lampadário onde possa iluminar todos os que estão em casa” (Mt. 5, 14-15).

 Este dinamismo universal da salvação constitui o último testamento de Jesus aos discípulos, já depois da ressurreição, manifestação da Sua Senhoria e do Seu poder salvador: “Todo o poder me foi dado no céu e na terra. Ide, pois, e de todas as nações fazei discípulos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt. 28, 18-19).

O Livro dos Actos dos Apóstolos, referindo-se às últimas aparições do ressuscitado, antes da Ascensão, põe na boca de Jesus as seguintes palavras: “Recebereis uma força, a do Espírito Santo que descerá sobre vós. Então sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra” (Act. 1,8).

A urgência da evangelização é, assim, um dinamismo constitutivo da missão da Igreja. O testemunho do Apóstolo Paulo confirma-nos essa exigência: “Com efeito, pregar o Evangelho não é, para mim, um título de glória; é uma necessidade que eu sinto. Sim, ai de mim se não pregar o Evangelho” (1Co. 9,16).

 Esta urgência, este dever, são, ainda hoje, parte integrante e essencial da missão da Igreja. É a urgência da “nova evangelização”, de que nos fala João Paulo II. Nas nossas sociedades secularizadas deste nosso Ocidente que alguns já apelidam, com alguma precipitação, de “post-cristão”, sobretudo nas grandes cidades onde as referências cristãs se diluem progressivamente, é urgente anunciar o Evangelho de Jesus Cristo. Perante a urgência da evangelização das nossas sociedades, colocam-se-nos de novo, com a acuidade do momento presente, perguntas velhas de dois mil anos: Quem poderá ser enviado a evangelizar? Qual o conteúdo da sua mensagem? Como fazê-lo de modo a que a boa-nova de Jesus Cristo volte a surpreender os homens e mulheres, nossos irmãos? Todos somos chamados a encontrar respostas para essas questões. Nós sabemos que enviada a evangelizar só a Igreja o é e que o essencial da mensagem é o mesmo desde os Apóstolos, acerca de Jesus morto e ressuscitado e do Espírito Santo que nos dá. Mas a Igreja só será enviada se os seus membros, sacerdotes, religiosos e leigos, o puderem ser com a qualidade interpelante de testemunhas da fé. E as testemunhas não se inventam. Uma Igreja que não possa ser enviada, sempre de novo, com a ousadia das testemunhas, ficará limitada a administrar o que resta de uma tradição crente.

 
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