S. Julião
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Centro de Dia - Actividades

Arraial Sénior- Dia dos Avós 2015

 

 

 

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De forma a assinalar o Dia dos Avós, os idosos do Centro de Dia, Lar e SAD tiveram a possibilidade de participar no «Arraial Sénior» no dia 24 de julho. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Mangualde e pela Rede Social Mangualde, teve lugar na Nossa Senhora do Castelo. Dirigido a todos os seniores e avós do concelho, este dia prometeu ser especial e contou com um programa repleto de animação, não faltando a Missa.

 
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HOMILIA DO 17º DOMINGO COMUM (ANO B)

Durante cinco domingos seguidos, leremos e refletiremos o capítulo 6 do evangelho de S. João, onde é narrado o discurso-catequese de Jesus sobre o Pão da vida. Podemos resumir as ideias que iremos refletir nestes próximos cinco domingos: a narração do milagre da multiplicação dos pães (17º Domingo), o maná do deserto (18º Domingo), o que significa crer em Jesus (19º Domingo), o que significa comer Jesus (20º Domingo) e, finalmente, a reação das pessoas, sobretudo dos discípulos, perante o discurso do Pão da vida (21º Domingo).

A vida cristã tem o seu centro na Eucaristia. Sem a Eucaristia não podemos viver. A Eucaristia compromete-nos a partilhar os nossos pães com os irmãos. Por isso, a frase de Jesus que marca este domingo é esta: “Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?”, ou seja, “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Em primeiro lugar, quem se alimenta da Eucaristia é convidado a dar pão ao povo, como aconteceu no tempo de Eliseu, como nos diz a primeira leitura do Segundo Livro dos Reis. Um homem trouxe a Eliseu vinte pães de cevada e de trigo novo, feitos com os primeiros frutos da colheita. Eliseu disse-lhe: “Dá-os a comer a essa gente”. E o homem respondeu: “Como posso com isto dar de comer a cem pessoas?”. Mas, perante a ordem de Eliseu, ele distribuiu os pães pelas pessoas. Todos comeram e ainda sobrou. Em segundo lugar, quem se alimenta da Eucaristia tem dar pão ao povo, mas como se dá? A resposta encontra-se na 2ª leitura da Carta de S. Paulo aos Efésios: “procedendo com toda a humildade, mansidão e paciência; suportando-nos uns aos outros com caridade; empenhando-nos em manter a unidade de espírito pelo vínculo da paz”.

Neste domingo, o texto do evangelho narra-nos o milagre da multiplicação dos pães. Hoje, Jesus dá-nos um exemplo maravilhoso: vê uma grande multidão que vinha ao seu encontro, sente compaixão por ela, porque sabe que todos estão cheios de fome. Então, com o farnel de um rapazito, cinco pães de cevada e dois peixes, depois de pronunciar a oração de bênção, matou a fome àquela gente e ainda recolheram doze cestos do que sobrou. A fome da multidão simbolizava outras necessidades, ou seja, tinham necessidade de Deus, da sua Palavra e do seu amor. Agora, Cristo quer também a nossa colaboração; por isso, diz-nos: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Este é o nosso grande desafio, que supõe fé, confiança e generosidade da nossa parte para partilhar o muito ou o pouco que tivermos.

Desde o início, a Igreja seguiu sempre o exemplo de Jesus, obedecendo ao seu mandato: “Dai-lhes vós mesmo de comer”. A Igreja sempre repartiu generosamente o pão da compaixão e da ternura com os doentes, os idosos, os órfãos e as viúvas. Soube sempre relacionar a evangelização com a beneficência e o cuidado dos mais pobres. No decorrer da História, tantos cristãos comprometidos, missionários, voluntários, religiosos e religiosas que trabalharam e trabalham na área social e na educação, “partilhando o seu pão” com os que o não têm, numa doação não só de bens materiais, mas também de si mesmos, do seu tempo, do seu trabalho. Partilham o pão do acolhimento, da ternura e da proximidade.

O mandato de Jesus “Dai-lhes vós mesmo de comer” supõe partilhar o pão com os outros. Mas, também simboliza os outros “pães” para matar as fomes da sociedade de hoje: a fome de um trabalho digno e estável, a fome de uma casa para os que estão na rua a dormir debaixo das pontes ou nos cantos das ruas, a fome de oportunidades na vida especialmente aqueles que têm de emigrar, abandonando a sua terra em busca de um futuro melhor.

Jesus Cristo não só dá de comer aos que têm fome ou cura os doentes e ressuscita os mortos; mas também prega o Reino de Deus, perdoa os pecados, conduz-nos a Deus. Não quer que fiquemos somente no milagre material, mas que haja um compromisso de generosidade e de partilha, vivendo e professando a fé.

Tenhamos a coragem de partilhar o nosso “farnel” da vida com os outros. Não fiquemos sozinhos no nosso cantinho a comer os nossos “pães de cevada e o peixe”. A nossa sociedade seria diferente se partilhássemos o pouco ou o muito que temos. Que o Senhor limpe os nossos olhos para ver as necessidades dos outros. Que o Senhor nos ilumine para saber partilhar e repartir o nosso pão com os mais necessitados. Assim, também faremos parte do grupo dos homens e mulheres que na história imitaram Jesus Cristo, o Pão da Vida, o Profeta que estava para vir ao mundo.

 
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HOMILIA DO 16º DOMINGO COMUM (ANO B)

No domingo passado, o texto do evangelho dizia-nos que “Jesus chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois” para anunciar a Boa Nova do Reino de Deus. Neste domingo, o evangelho conta-nos que “os Apóstolos voltaram para junto de Jesus e contaram-Lhe tudo o que tinham feito e ensinado”. Jesus, vendo-os cansados, levou-os para um lugar isolado para descansarem um pouco. É muito importante trabalhar no anúncio do Evangelho em nome de Jesus, mas também é importante que tenhamos momentos de intimidade com o Senhor, porque Ele é a fonte e o fim da nossa missão pastoral. Necessitamos de momentos de oração, de revisão de vida, de repouso corporal e espiritual para não cairmos no ativismo. Não serve a desculpa de que estamos a trabalhar para o Senhor, quando deixamos de ter tempo para rezar, atarefados com mil e uma atividades pastorais. Hoje, Jesus levou os Apóstolos para um lugar tranquilo para descansar e estar com Ele. Por isso, a nossa missão de evangelizar tem de estar enraizada em Jesus Cristo, como se dependesse de nós, sabendo, porém, que não depende de nós.

Apesar de Jesus ter levado os Apóstolos para um lugar tranquilo, “havia sempre tanta gente a chegar e a partir que eles nem tinham tempo para comer”. Jesus “compadeceu-Se de toda aquela gente, que eram como ovelhas sem pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas”. É evidente que precisamos de descansar, mas também não podemos de deixar de cuidar das pessoas a nós confiadas, porque também somos pastores.

Por isso, a pergunta deste domingo é esta: como deve ser o pastor? Hoje, as leituras bíblicas falam-nos dos bons e dos maus pastores. Aqueles que têm a responsabilidade de cuidar dos outros na sociedade e na Igreja, devem assumir a sua missão, porque, se tal não acontecer, as pessoas desorientam-se, como ovelhas sem pastor e podem perder-se.

Na primeira leitura, o profeta Jeremias denuncia fortemente os maus pastores e líderes religiosos, porque não se interessavam pelo povo, exploravam as pessoas e elas desorientavam-se. Às vezes, são as pessoas que reclamam dos maus pastores. Desta vez, é o próprio Deus que reclama deles. Mas os profetas nunca denunciaram sem a esperança de um anúncio. O anúncio de Jeremias é a vinda do Bom Pastor, que virá exercer o direito e a justiça e terá compaixão do seu povo. Quem foi este Bom Pastor? O Filho de Deus, Jesus Cristo, Nosso Senhor.

A missão de pastor não é fácil. Não é fácil apascentar, guiar, cuidar e defender as nossas ovelhas. Umas estão doentes e cansadas. Outras são rebeldes e ariscas. Também há ovelhas envenenadas pelos maus pastores com o veneno dos favores, dos privilégios, de pensar que são superiores aos outros por pertencerem a uma determinada família e da corrupção. Não só as ovelhas podem estar em situação de risco; mas também os pastores, porque estão cansados, deixaram de rezar ou rezam pouco ou andam a ouvir o que não devem ou quem não devem, ou seja, a ouvir uns assobios enganadores. Perante isto, o que fazer? Aquilo que Jesus fez e que nos narra o evangelho deste domingo: ver como está cada ovelha, sentir compaixão, amar cada uma, curar as doentes e alimentá-las com o pão da Palavra. Para os pastores, Jesus recomenda o descanso, ou seja, retiro espiritual para rezar e repor as forças.

Neste domingo, somos convidados a dar conta que, em certo sentido, todos somos pastores. Pastores são os pais para os seus filhos, alimentando-os com carinho, diálogo, conselhos e exemplo. Pastores são os governantes, que governam o povo em representação de Deus. Porém, alguns dos nossos governantes têm consciência disto, quando exploram as pessoas, humilham-nas, procurando só o lucro? Pastores são os professores para os seus alunos, ensinando-os com responsabilidade e dedicação. Pastores são os responsáveis dos movimentos da Igreja, sabendo orientar as pessoas para a comunidade e não fazer grupinhos fechados e fanáticos. Pastores são os sacerdotes ao serviço das suas paróquias, sendo verdadeiros pais para as comunidades. Pastores são os bispos nas suas dioceses. Pastor é o Papa ao serviço da Igreja universal. Aos pastores da Igreja, bispos e padres, pede-se que cuidem das necessidades de tantas ovelhas que estão desorientadas, a perderem-se, feridas e com fome. E também se pede que fujam do desejo de fazer carreira e de ter lucro ao serviço das pessoas a eles confiadas.

Não sejamos obstáculo para os nossos irmãos, não afastemos os nossos irmãos de Deus, não deixemos perder as ovelhas. Que as pessoas se aproximem de Deus e não de nós. Caminhemos todos juntos, orientados pelo cajado do nosso pastor e Salvador, Jesus Cristo, o Bom Pastor.

Cónego Jorge Seixas 

                                                                                        

 
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Jardim de Infância - Geral

Festa de Final de Ano Letivo

Creche e Jardim de Infância

 

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No dia 11 de julho as crianças da Creche e Jardim de Infância do Centro Social e Cultural da Paróquia de Mangualde, como já é habitual no final do ano letivo, realizaram a sua Festa. O tema deste ano   foi: “A falar é que a gente se entende”, e entenderam-se muito bem, cerca de 130 crianças encheram o palco de muita alegria.

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Pelas 14h30 subiram ao palco do auditório do Complexo Paroquial com vários números onde participaram as crianças da salas:1, 2, 3, 4 e 5 anos, acompanhadas das suas educadoras e auxiliares. O palco encheu-se de crianças para Colorir a Vida, número coletivo.

A apresentação esteve a cargo da Laura e da Matilde, colegas que frequentam o CATL.

Estes “pequenos, grandes artistas”, perante sala cheia, onde estavam presentes: pais, familiares, amigos, mostraram um pouco do Projeto Pedagógico que desenvolveram ao longo do ano.

Transmitiram que esta é a sua segunda casa, entre sorrisos e algumas lágrimas. Foi o caso dos Finalistas – sala dos 5 anos que partem para outros voos, levando daqui boas recordações e a mensagem das suas educadoras e auxiliares, que tocou o coração de muitos: “Sejam felizes. Que a vida vos sorria sempre …”

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Abriu a Festa a educadora responsável, Adelaide Freitas fazendo uma breve apresentação e informando que o Presidente da Instituição, Rev. Cónego Jorge Seixas viria um pouco mais tarde por motivos profissionais, encontrava-se a celebrar um casamento.

Quando chegou o Rev. Cónego Jorge Seixas saudou todos os presentes referindo que era com muita alegria que a Instituição acolhe todos os dias estas crianças. Agradeceu aos pais a confiança depositada, pois as crianças são verdadeiras pérolas. Não se alongou muito mais, pois a tarde era dedicada a elas.

Seguiu-se a dança dos Pinguins–sala: 1 ano; Arco-Iris – sala:2, Dançar com as Notas Musicais – 3 ano (prof. de Música): Chica Caramelo- 5 anos (Prof. de Música); No País das Letras – sala: 4 anos; Tal Pai, tal filho – 4 anos (Prof. de Música)

Plim, Plam, Plum – sala : 5 anos; Os Três Porquinhos – sala: 3 anos; Patati, Patata, a e i o u – sala: 5 anos; Palavrinhas Mágicas – sala: 4 anos; Mensagem do Mestre Pedro (Karaté) e Somos Finalistas.

Depois foi a vez dos pais também retribuírem agradecendo a todas as educadoras e auxiliares sem exceção a forma carinhosa como os seus filhos foram tratados durante estes 5 anos, muitos deles onde aprenderam a dar os primeiros passos. Por sua vez as crianças num pequeno filme deixaram bem patente as boas recordações do Complexo.

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Seguem assim o seu percurso de vida, deixam o bibe e levam as suas cartolas, entre sorrisos e lágrimas.

O 1º Ciclo do Ensino Básico espera-os, muitos deles continuam a sua a ligação com esta casa através do CATL.

DSCF2617 800x600 Para todos: “Que a vida vos sorria sempre …”, são os votos da Instituição.

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Seguiu-se o lanche partilhado.

 
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HOMILIA DO 15º DOMINGO COMUM (ANO B)

A Palavra de Deus, neste domingo, orienta o nosso pensamento para a missão com o episódio da vida do profeta Amós, na primeira leitura, e com Jesus a enviar os apóstolos dois a dois para pregar, no texto do evangelho. Amós é enviado por Deus a profetizar, mas encontra dificuldades: ele e sua mensagem incomodam. Por isso, pedem-lhe que regresse à sua terra. Mas ele tem consciência de que foi Deus que o enviou, não foi ele que foi por sua própria conta e risco. No texto do evangelho, depois de Jesus ter percorrido todas as povoações a anunciar o Reino de Deus, “chamou os doze Apóstolos e começou a enviá-los dois a dois”, para anunciar também o Reino de Deus com as suas palavras e obras e curando todos os doentes. Depois de um tempo a viver com o Mestre, chegou agora o momento dos Apóstolos anunciarem a Boa Nova da Salvação. Jesus envia-os em missão. Mais tarde enviará os setenta e dois discípulos e, finalmente, enviará novamente os Apóstolos para pregar a Boa Nova por todo o mundo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura”. A partir deste momento, a Igreja nunca deixou até hoje de anunciar a todos o Reino de Deus.

Na primeira leitura, Deus envia Amós, um leigo, a profetizar. Nos momentos mais difíceis de infidelidade à Aliança e em momentos de injustiça e de crise moral, Deus envia sempre profetas. É Deus que escolhe cada profeta. Como responde Amós ao convite de Deus? A palavra do profeta Amós é corajosa, denunciando as injustiças sociais do seu tempo e a falsidade do culto. Porém, para Amasias, sacerdote de Betel, Amós incomoda e convida-o a ir embora. Mas ele, com humildade, mas com firmeza, defende-se e responde que não está a profetizar para defender interesses pessoais ou económicos, como se fosse um profissional: “Não sou profeta, nem filho de profeta. Era pastor de gado e cultivava sicómoros. Foi o Senhor que me tirou da guarda do rebanho e me disse: ‘Vai profetizar ao meu povo de Israel’”. É Deus que o envia. E ele obedece.

No texto do evangelho, é Jesus que envia os seus Apóstolos a anunciar a Boa Nova da Salvação. É muito importante fixar a forma como Ele os envia e os conselhos que lhes dá, porque são as principais características para uma autêntica evangelização: 1) envia-os dois a dois, ou seja, trabalhar em equipa é melhor que um trabalho pessoal: a evangelização é de toda a comunidade cristã; 2) aqueles que são enviados em missão devem estar livres de preocupações pessoais e materiais. Devem estar sempre acessíveis, independentes e sem ambições pessoais de carreirismo; 3) a fé e a conversão não podem ser impostas, mas propostas; é preciso ter paciência e esperar por melhores momentos; 4) quem é enviado tem de converter a sua vida, mudar a vida à luz de Deus. Só assim a missão dará frutos abundantes.

Ao enviar os seus Apóstolos a pregar, Jesus não lhes promete uma vida fácil cheia de sucessos; terão de passar por muitas dificuldades, perseguições e sofrimentos. Perante esta realidade, não poderão desanimar. Nós não somos os protagonistas, a nossa missão não é colher frutos e mais nada. Por vezes, colheremos frutos, mas a nossa principal missão é semear, regar para outros colherem os frutos da nossa sementeira. Nunca podemos esquecer que o mais importante é anunciar a Boa Nova do Reino que Jesus anunciou, com abertura e simplicidade, com humildade e pobreza. O essencial da nossa vida não é servirmo-nos da Igreja, mas servir a Igreja. Evangelizar é a vocação própria da Igreja, é a sua identidade mais profunda. A Igreja existe para evangelizar. A missão da Igreja é a “doce e confortadora alegria de evangelizar” (Evangelii nuntiandi, n. 14 e 80).

Cada um de nós é profeta e evangelizador desde o dia do batismo. Não nos deixemos dominar pelo medo do que irão dizer os outros, pela preguiça e comodidade e pela sensação de que ainda não estamos preparados. A missão não é pregar a nossa pessoa e as nossas ideias, mas pregar Jesus Cristo, morto e ressuscitado, porque Ele é o caminho, a verdade e a vida.

Cónego Jorge Seixas

 
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