S. Julião
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde

Calendário

<<  Janeiro 2017  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
        1
  2  3  4  5  6  7  8
  9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031     

Mapa

Coordenadas GPS:

40º36'21''N
7º45'57''W

Ver mapa aqui.

Entrada



Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje1017
mod_vvisit_counterOntem1322
mod_vvisit_counterEsta semana10516
mod_vvisit_counterEste mês28709
mod_vvisit_counterTotal3176416
Visitors Counter 1.5
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Cantar das Janeiras

pelas crianças do Jardim do Complexo Paroquial de Mangualde

 

Os “Reis e as Rainhas” do Complexo Paroquial saíram à rua para cantarem as Janeiras.

DSCF4397 - Cópia 800x600 O cantar das janeiras é uma tradição em Portugal e para as crianças do Jardim de Infância do Complexo Paroquial também. Todos os anos as crianças desta Instituição com as suas bonitas coroas saem à rua anunciando o nascimento de Jesus e desejando um Feliz Ano Novo.

DSCF4402 800x600 DSCF4532 800x600

Este ano o primeiro a ser comtemplado foi o Presidente da Instituição Rev. Cónego Jorge Seixas, no dia 5 de janeiro, que ao som das canções: Venha-nos dar as janeiras…, os recebeu na residência Paroquial, retribuindo os bonitos cantares com as devidas janeiras (rebuçados e chocolates).

DSCF4540 800x600 DSCF4500 800x600

DSCF4443 800x600 DSCF4465 800x600

No dia 6 saíram para o centro da cidade passando por algumas lojas, Casa do Povo, Junta de Freguesia e Câmara Municipal.

O Presidente da Câmara mostrou grande satisfação por mais uma vez o Município ser lembrado pelo Complexo Paroquial, referindo que é um ato de amizade e carinho e também marca o momento do ano que são as Janeiras e os Reis. Sendo uma mais valia para que esta tradição não se perca, agradecendo em nome do Município. Salientando que esta relação entre o Município e as Instituições funciona e estes atos dos mais pequeninos, aos mais Séniores é reflexo disso.

O Presidente da União das Freguesias Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta, Sr. Bernardino Azevedo agradeceu, desejando a todos um Bom Ano, referindo que esta iniciativa é fundamental para que esta tradição se mantenha, sendo uma alegria recebe-los.

Outras instituições Obra Social Beatriz Pais, Bombeiros Voluntários de Mangualde, Lares da Misericórdia, GNR e todas as valências do Complexo Paroquial também foram brindadas com os cantares destas crianças acompanhadas das suas educadoras, auxiliares e da D. Augusta Marcelino, responsável pela Creche e Jardim, não faltando os instrumentos musicais (pandeiretas, ferrinhos, violas, etc..) que surpreenderam os presentes e como não podia deixar de ser, as Janeiras não faltaram.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

HOMILIA DO 2º DOMINGO COMUM (ANO A)

Depois de termos celebrado as festas do Natal, iniciamos os primeiros domingos do tempo comum do ano litúrgico. O Tempo Comum tem como objetivo a edificação da Igreja, a apresentação da vida do Senhor, o crescimento espiritual e o compromisso dos cristãos. As leituras deste domingo são ainda eco das festas natalícias e ponte entre o Natal e o Tempo Comum. Jesus manifestou-se ao seu povo nas margens do rio Jordão e João Batista apresenta-o da seguinte forma: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Com o seu batismo, Jesus santificou as águas do Jordão e é apresentado como o “que tira o pecado do mundo”. As leituras bíblicas podem resumir-se dizendo que Cristo é o Cordeiro (evangelho), o Servo e a Luz do mundo (1ª leitura). São Paulo saúda os cristãos de Corinto com a graça e a paz de Deus nosso Pai e de Jesus Cristo (2ª leitura). Neste domingo, temos de ter em conta dois aspetos.

O evangelho narra o testemunho que João dá de Jesus. Ele afirma por duas vezes que não conhece Jesus. João e Jesus são primos, e não se conheciam? Será que João está a mentir? É evidente que João conhecia Jesus por ser da família, mas será que conhecia a sua identidade divina? Esta só se conhece por revelação ou pelo testemunho. Pelas nossas próprias forças, não podemos conhecer a personalidade divina de Jesus. João recebeu a revelação quando viu “o Espírito Santo descer do Céu como uma pomba e repousar sobre Jesus” e quando ouviu as palavras de Deus Pai. Só depois disto é que João Batista afirma: “Eu vi e dou testemunho de que Ele é o Filho de Deus”. Jesus não se fez homem para ser conhecido somente pelas suas obras humanas e sociais. Ele veio ao mundo como Filho de Deus e assim foi revelado a João no Jordão. João dá testemunho da sua pessoa e da sua missão. Ele reconhece Jesus por duas maneiras. Primeira: o batismo de João era preparatório para a vinda do Messias; mas “depois de mim virá alguém que existia antes de mim”. Segunda: João vai progressivamente conhecendo Jesus. Em primeiro lugar, era um parente; depois, afirma que Ele batizará no Espírito Santo. Em segundo lugar, reconhece Jesus como o “Cordeiro de Deus”. Finalmente, João, já preso, envia alguns dos seus discípulos a Jesus para lhe perguntar: “És tu Aquele que está para vir ou devemos esperar outro?”. Jesus não respondeu diretamente, mas disse: vede o que faço e o que digo. João professou a sua fé em Jesus com o seu sangue, quando lhe foi cortada a cabeça na prisão. Na nossa vida, também nos cruzamos com pessoas que, como João Batista, nos apresentam Jesus. Não podemos ficar indiferentes! Olhemos o Cordeiro sacrificado e glorioso, o Servo sofredor e Luz do mundo. Sejamos também como João: apresentar Jesus aos outros.

Como João Batista, somos convidados a sermos testemunhas de Jesus. Ser testemunha é evangelizar, anunciar Jesus como Cordeiro, Servo e Luz do mundo. João acredita que Jesus é o Filho de Deus, através dos sinais que viu no rio Jordão. Foi evangelizado no rio e depois torna-se evangelizador dos outros. Ele tinha a sua forma de evangelizar: aponta com um dedo e afirma que Jesus é o “Cordeiro de Deus…”. João não aponta o dedo para si, mas para Aquele que é maior que ele. Esta é a nossa missão: deixar que Jesus nos evangelize, para sermos evangelizadores dos nossos irmãos, apontando com o dedo onde está Cristo e levar os nossos irmãos, com caridade e paciência, a Jesus que é o Cordeiro, Servo e Luz do mundo.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

HOMILIA DA SOLENIDADE

DA EPIFANIA DO SENHOR (ANO A)

A Solenidade da Epifania do Senhor, recordando a visita dos Magos do Oriente a Jesus, leva-nos ao mais profundo do mistério do Natal: a revelação do mistério de um Deus que assumiu a natureza humana. A palavra “epifania” significa “descobrir, pôr a descoberto, manifestar…”. Os magos vindos do Oriente ajudam-nos a compreender até onde quer chegar este Deus na sua vontade de estar tão próximo da humanidade. Os magos não são judeus, são gentios, vindos do Oriente. Não conhecem a revelação de Deus aos judeus. Mas, são pessoas abertas ao mistério, atentas ao que se passa à sua volta. Têm um espírito aberto. Não estão encerrados em ideias fixas nem em tradições intocáveis. Têm uma vontade que os faz levantarem-se do seu conforto e fazer uma viagem cujo destino desconhecem. É o espírito do viajante que sai da sua casa para ir ao encontro de outros povos, outras culturas, outras línguas, outras maneiras de pensar. A viagem que farão não será fácil. A estrela desaparecerá, Herodes enganá-los-á, terão a tentação de voltar para trás, sem terem encontrado quem procuravam. Mas a estrela voltará a aparecer e, assim, poderão chegar até ao mistério, um mistério feito menino. Onde os outros vêm somente um menino, os magos vêm a presença de Deus.

Esta história dos magos diz-nos algo muito importante que nunca podemos esquecer. O Deus feito homem quebra todas as fronteiras. É um Deus connosco, um Emanuel, que veio para todos, sem barreiras de cultura, de raça, de nação, de ideologia, de religião. Jesus revela-se como o irmão sem fronteiras que nos convida a amar sem fronteiras. O seu amor é universal, porque não exclui ninguém, e é concreto, dirigido a cada um, chamando cada um pelo seu nome: Pedro, João, Maria Madalena, Zaqueu, José de Arimateia, Marta, Lázaro, André, Judas, Bartimeu, Susana, Paulo…O seu amor não atravessa somente as fronteiras geográficas, mas também atravessa o tempo e continua a amar-nos, hoje, da mesma forma que o fez há mais de dois mil anos, chamando-nos pelo nosso nome, aceitando-nos tal como somos, com os nossos dons e fragilidades, mas sempre a convidar-nos a sermos seus colaboradores para que o seu amor chegue a todos os corações e a todos os cantos da terra. Ser homens e mulheres que amam como ele sem fronteiras, com um amor generoso e gratuito.

Neste dia, pensemos em todas as organizações e pessoas que não têm fronteiras: médicos sem fronteiras, voluntários, missionários…pessoas que não têm medo do desconhecido, mesmo sabendo que irão correr riscos, para se fazerem irmãos e estarem perto dos que vivem na pobreza, na doença, na injustiça…Pensemos também naqueles que procuram uma vida mais digna, fugindo da guerra e da pobreza, e são rejeitados e incompreendidos. Rezemos para que a Igreja cresça neste amor universal, deixe de olhar tanto para si mesma, abra os olhos para o mundo, lute por um mundo mais justo e fraterno, defenda os valores mais importantes: da justiça, da paz, dos direitos humanos e da dignidade humana. Os magos ofereceram presentes a Jesus: ouro, incenso e missa. Ofereçamos presentes a partir do nosso coração: presentes de amabilidade, de companhia, de afeto, de solidariedade, de alegria. Presentes que não custam dinheiro, mas que são luzes de esperança para os que os recebem.

Cónego Jorge Seixas

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Notícias da Beira está de Luto

ATT00023 800x600

Faleceu o seu Diretor   Dr. Josué Rodrigues Pereira

Infelizmente no dia 31 de dezembro de 2016, o nosso Diretor faleceu. Nada fazia prever que o Sr. Dr. Josué nos deixasse tão cedo e de forma tão repentina.

Após um AVC que o levou para o Hospital de São Teotónio no dia 21 de dezembro, os problemas de saúde complicaram-se falecendo a 31 de dezembro neste Hospital aos 80 anos de idade.

Foram 24 anos de dedicação a este Órgão de Comunicação Social que decerto levou no seu coração.

Fez parte da Nova Equipa Diretiva deste Jornal a 3 de Junho de 1992. Frequentou o Seminário de Viseu, exerceu o Magistério Primário em Lisboa durante os 5 anos em que se formou em direito. Foi Delegado do Procurador da República durante seis anos, passando pelo Notariado e fixando-se como Conservador do Registo Predial e Comercial em Mangualde, onde desempenhou o cargo de Juiz Substituto. Trabalhou também na Conservatória de Viseu onde acumulou funções de Inspetor de Serviços.

O seu exemplar trabalho e o seu espírito cristão que sempre determinaram as linhas de rumo dos seus editorias, bem como de outros artigos, serão sempre lembrados pela sua Equipa e certamente pelos nossos assinantes, anunciantes e amigos do jornal por quem ele sempre teve grande apreço como pode ser visto no último editorial que ele escreveu nesta mesma página antes do seu problema de saúde.

Uma palavra muito sentida à Família, nomeadamente à sua esposa Drª. Helena Cabral e seus filhos, de toda a Direção do Centro Social e Cultural da Paróquia de Mangualde, Fundação Cónego Monteiro, Paróquia de Mangualde e de todos os colaboradores do Complexo Paroquial que com ele tiveram o privilégio de conviver.

Dado a hora do fecho desta edição no próximo jornal daremos maior destaque ao homem que durante tantos anos deu o seu melhor a este órgão de Comunicação Social e que a todos nos marcou.

Josué Rodrigues Pereira, natural de Vila Cova do Covelo e residente em Chãs de Tavares, deixa viúva a Srª. Drª. Helena Maria Cabral Rodrigues Pereira (Professora Aposentada da Escola Secundária Felismina Alcântara).Pai dos Srs. Dr. João Pedro Cabral Rodrigues Pereira, Sr. José Pedro Cabral Rodrigues Pereira, Engº. Jorge Miguel Cabral Rodrigues Pereira, Dr. Luís Manuel Cabral Rodrigues Pereira e Engº. Aníbal Samuel Cabral Rodrigues Pereira.

O corpo esteve em câmara ardente na Capela Mortuária de Chãs de Tavares, sendo trasladado para a Igreja Paroquial pelas 15h30, onde foi celebrada missa de corpo presente, presidida pelo Sr. D. Manuel Felício, Bispo da Guarda. Também estiveram presentes alguns sacerdotes (Sr. Cónego Jorge Seixas, Pe. Manuel Clemente, Pe. Manuel Fernandes, Pe. José Marcelino, Cónego Miguel de Abreu, Pe. Nuno Azevedo, Pe. António Cunha e Pe. José Pedro.

Foi a sepultar no cemitério desta localidade.

 A Missa de 7 dia será celebrada no  dia 5 de janeiro às 17H00 na Igreja Paroquial de Chãs de Tavares.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Benção das crianças jornal 2015 800x600

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Página 1 de 155