S. Julião
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde
  • Paróquia de Mangualde

Calendário

<<  Maio 2017  >>
 Se  Te  Qu  Qu  Se  Sá  Do 
  1  2  3  4  5  6  7
  8  91011121314
15161718192021
22232425262728
293031    

Mapa

Coordenadas GPS:

40º36'21''N
7º45'57''W

Ver mapa aqui.

Entrada



Visitas

mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje1700
mod_vvisit_counterOntem2315
mod_vvisit_counterEsta semana6138
mod_vvisit_counterEste mês45853
mod_vvisit_counterTotal3392089
Visitors Counter 1.5
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

HOMILIA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Os textos da liturgia deste domingo fazem-nos sentir que estamos muito perto da solenidade da Ascensão (“Daqui a pouco o mundo já não Me verá”), e do Pentecostes (“Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Defensor…o Espírito da verdade”). Estamos a viver o tempo pascal que culminará com a memória da vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos, através de um vento forte, de línguas de fogo e da compreensão de todas as línguas.

Na primeira leitura, quando o livro dos Atos dos Apóstolos nos fala da Samaria, vem logo à nossa memória a recordação do encontro de Jesus com a samaritana, onde causa admiração um judeu (Jesus) falar com uma mulher samaritana. O texto do evangelho faz questão de dizer que os judeus não se dão com os samaritanos. No evangelho de S. Lucas encontramos a belíssima parábola do bom samaritano, onde Jesus coloca um samaritano como exemplo da autêntica compaixão. Hoje, a primeira leitura narra-nos como o Evangelho se espalha também em terra samaritana. Pedro e João, com a imposição das mãos, concedem o Espírito Santo aos seus habitantes. É o mesmo Espírito Santo que recebemos no batismo e na confirmação. É o mesmo Espírito Santo que em cada ano recebem, sobretudo no Tempo Pascal, tantos adolescentes e adultos.

Para amar Jesus, como nos diz o texto do evangelho deste domingo, supõe guardar os mandamentos (que sempre nos dizem para amar a Deus e aos outros) e receber o Espírito da verdade que “conheceis, porque habita convosco e está em vós”. Mas, o que é o Espírito da verdade? Recordemos o evangelho do domingo passado, quando Jesus, respondendo a Filipe, diz: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. Jesus é o caminho que conduz para a verdade do Pai. O Espírito da verdade é o Espírito do Pai, o Espírito da vida, o Espírito do amor que vive tão perto de nós e está em nós.

Este Espírito de amor é aquele que confirma que também o Pai nos ama e Jesus também nos ama. E cheios deste amor estaremos dispostos, como nos diz S. Pedro na segunda leitura, “a responder, a quem quer que seja, sobre a razão da nossa esperança”. É um desafio para os cristãos de hoje: encontrar as palavras compreensíveis e certas e os gestos claros que deem razão da nossa esperança. Temos diante de nós muito trabalho a fazer, porque tanto a linguagem bíblica como a linguagem litúrgica, muitas vezes, são incompreensíveis para a maior parte das pessoas das nossas aldeia e cidades e das nossas comunidades.

Na Eucaristia, depois da consagração, somos convidados a proclamar o mistério da fé: “Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição”, ou seja, proclamamos a nossa fé em Cristo ressuscitado. Manifestemos, hoje e sempre, a alegria da nossa fé neste Cristo vivo e presente no meio de nós.

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

 

Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde

 

Festa da “Avé Maria e do Pai Nosso”

IMG 0572 800x600

Estão a decorrer as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde. 152 crianças do 1º e 2º ano fizeram a Festa.

IMG 0605 800x600

IMG 0632 800x600

No dia 7 de maio – IV Domingo da Páscoa - Domingo do Bom Pastor e Dia da Mãe, começaram as Festas da Catequese na Paróquia de Mangualde.

 

As crianças do 1º ano – 77, fizeram a Festa da Avé Maria e 75 do 2º ano a Festa do Pai Nosso.

IMG 0598 800x600

 

As crianças participaram ativamente em alguns momentos da celebração e ocuparam a parte central da Igreja. Entoaram diversos cânticos com muita alegria. O Rev. Cónego Jorge Seixas neste dia dirigiu-se particularmente a elas falando-lhe de Jesus “O Bom Pastor”.

 

“ Não nos admiramos que seja chamado o domingo do “Bom Pastor”, porque todo este capítulo 10 fala-nos desta imagem que já encontramos em muitos textos do Antigo Testamento. No Evangelho de S. João, a expressão “Bom Pastor” refere-se a Jesus, que afirma: “Eu sou o bom pastor” que veio para dar vida e vida em abundância; é desta forma que termina o texto do evangelho deste domingo. Este é o objetivo de todo este capítulo: Jesus, o Bom Pastor, veio para que tenhamos vida e vida em abundância…”

 

E perguntou: Quem de vós já foi pastor? Alguns braços se levantaram, e com toda alegria responderam: “eu, ajudei o meu avô …”. E neste dia as mães também foram aqui lembradas com belas dedicatórias.

IMG 0647 800x600

Em momento próprio da celebração, as crianças do 1º ano receberam o terço das mãos de um familiar, maior parte das suas mães.

IMG 0657 800x600

No final o Rev. Cónego Jorge Seixas pediu uma salva de palmas para estas crianças e catequistas .

Os cânticos estiveram a cargo do Grupo Coral da Paróquia de Mangualde.

Durante os próximos domingos continuam as Festas das crianças/jovens.

 

 

 

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

HOMILIA DO 5º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

Na celebração deste domingo continua a sentir-se a alegria pascal, recordando o Crucificado e o Ressuscitado que continua presente nas primeiras comunidades cristãs, onde vão aparecendo os primeiros conflitos e problemas. Talvez, na nossa caminhada de fé, não sabemos encontrar o equilíbrio necessário entre a liturgia (as celebrações) e o serviço aos pobres. A primeira leitura narra-nos a importância do diálogo na comunidade que faz desenvolver a ação pastoral da Igreja primitiva. Os cristãos gregos começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das viúvas. Convocada a assembleia, decidiram escolher sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para essa missão. São os primeiros diáconos da Igreja. Os Apóstolos continuariam a pregar a palavra de Deus. Como se resolveram os problemas? Com diálogo e colaboração. Hoje, continua a ser o modelo para a Igreja resolver os conflitos e desavenças.

“Não se perturbe o vosso coração. Se acreditais em Deus, acreditai também em Mim”. Assim começa o evangelho deste domingo. Jesus diz estas palavras aos discípulos que estavam incomodados com a oposição dos sumos-sacerdotes e dos fariseus. Estava próxima a paixão de Jesus; por isso, pede-lhes serenidade e calma, porque necessitarão dela. Esta tensão só se pode vencer com confiança em Deus, por Jesus Cristo, porque “em casa do Pai há muitas moradas”. Nunca deveremos perder esta confiança.

Mas Tomé e Filipe expressam a insegurança que reinava entre os Apóstolos. Eles seguiram Jesus, percorreram com Ele os caminhos da Galileia, conviveram com Ele, alegraram-se e sofreram com Ele no anúncio do Reino, depositaram Nele todas as suas esperanças e desejos…mas não o conhecem bem, não sabem bem quem Ele é. Não sabem que Ele é o “caminho, a verdade e a vida”. Só Jesus é o caminho que nos conduz à verdade plena que é o Pai, à vida plena, que é o Espírito Santo. Hoje, perante as nossas dificuldades em anunciar a Boa Nova da Salvação, é importante recordar as palavras de Jesus a Filipe: “Quem Me vê, vê o Pai. Eu estou no Pai e o Pai está em Mim”. Se mantivermos o nosso olhar fixo em Jesus, sentiremos a presença do Pai.

Foi na mesa da Última Ceia que os discípulos, ao tomar o pão e o vinho, foram convidados a experimentar a profunda comunhão com Jesus e, por isso, comunhão com o Pai. Fiéis às palavras de Jesus, “Fazei isto em memória de Mim”, repetimos tantas vezes este momento de comunhão com Jesus e o Pai. Por isso, nunca podemos esquecer estas palavras do evangelho de S. João, colocadas na boca de Jesus: “Não acreditais que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim?... Acreditai-Me, acreditai ao menos pelas minhas obras”. Somos convidados a acreditar e a ver. Acreditar é comprometer-se com Ele, ver é amar como Ele. Na Eucaristia, como diz S. Pedro na segunda leitura, aproximamo-nos do Senhor, que é a pedra viva. Sintamos que somos membros da “geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus, para anunciar os louvores” de Deus que nos chamou das trevas para a sua luz admirável. “Venha sobre nós a vossa bondade, porque em Vós esperamos, Senhor”.

Cónego Jorge Seixas 

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

HOMILIA DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA (ANO A)

 

Como em todos os anos no quarto domingo da Páscoa, nos três ciclos das leituras, é proclamado e refletido uma passagem do capítulo 10 do evangelho de S. João. Não nos admiramos que seja chamado o domingo do Bom Pastor, porque todo este capítulo 10 fala-nos desta imagem que já encontramos em muitos textos do Antigo Testamento. No evangelho de S. João, a expressão “bom pastor” refere-se a Jesus, que afirma: “Eu sou o bom pastor” que veio para dar vida e vida em abundância; é desta forma que termina o texto do evangelho deste domingo. Este é o objetivo de todo este capítulo: Jesus, o bom pastor, veio para que tenhamos vida e vida em abundância.

A partir de uma leitura atenta do evangelho de S. João encontraremos muitas vezes este “eu sou”, acompanhado de outras imagens relacionadas com Jesus. E este “eu sou” é uma expressão muito especial, que nos transporta ao livro do Êxodo quando Moisés pergunta a Deus o que há-de dizer aos israelitas se lhe perguntarem quem o enviou. “Deus disse a Moisés: ‘Eu sou Aquele que sou’. Ele disse: ‘Assim dirás aos filhos de Israel: “Eu sou” enviou-me a vós!” (Ex 3,14). Portanto, as expressões que começam com o “Eu sou” têm um significado especial: “eu sou” o pão da vida; “eu sou” a luz do mundo; “eu sou” a porta das ovelhas (evangelho deste domingo); “eu sou” a ressurreição e a vida; “eu sou” o caminho, a verdade e a vida; “eu sou” a videira. No Jardim das Oliveiras, quando Jesus disse “Sou eu”, ao responder à pergunta dos traidores, todos recuaram e caíram por terra. Porquê? Porque este Jesus é o rosto de Deus!

Ainda podemos ir aos textos dos profetas que não só nos falam de Deus, bom pastor, e do povo como um rebanho que ele conduz, mas também falam duramente dos falsos pastores. Na segunda leitura, Pedro, citando também os profetas, afirma: “Vós éreis como ovelhas desgarradas, mas agora voltastes para o pastor e guarda das vossas almas”. No salmo 22, que cantamos neste domingo, saboreamos a alegria deste pastor, Jesus, que nos acompanha (“vós estais comigo”), e com a sua autoridade e o seu testemunho nos conforta (“o vosso cajado e o vosso báculo me enchem de confiança”). Assim, é muito importante que os pastores de hoje, para além de códigos e normas complicadas, sejam imagens do pastor que nos conduz às águas refrescantes e nos prepara a sua mesa.

“Eu sou a porta das ovelhas”. Esta é a frase central do texto do evangelho deste domingo. Jesus é a porta aberta para um mundo diferente, para um mundo novo, para uma vida nova. Muitas pessoas que escutavam Jesus andavam cansadas e oprimidas não só pelas más condições de vida, mas também pelo peso de tantas normas e prescrições, tiradas da lei antiga. Hoje, não acontecerá o mesmo? Não teremos posto de lado o Jesus do Evangelho e orientamo-nos por normas que oferecem um cristianismo triste e irrelevante? Precisamos de recuperar este Jesus pastor e porta das ovelhas e deixar de lado os cantos de sereia que nos oferecem paraísos que não existem. Só Jesus, o bom pastor, nos conduz a descansar em verdes prados. Só Jesus, o bom pastor, é o exemplo para os pastores das nossas comunidades.

Cónego Jorge Seixas 

 

 
PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

Páscoa em Mangualde

De 1 a 16 de abril

Mangualde viveu intensamente o Tempo Pascal

DSCF6534 800x600

“Páscoa em Mangualde 2017” foi uma organização da Paróquia de Mangualde e da Câmara Municipal de Mangualde, que contou com o apoio da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde e do Centro Cultural e Recreativo de Santo Amaro de Azurara. O evento decorreu de 1 a 16 de abril com um vasto programa, culminando no Domingo de Páscoa.

Já publicámos alguns momentos, nomeadamente a Via Sacra ao Vivo no Monte da Senhora do Castelo, o Domingo de Ramos, bem como o Concerto Musical integrado na programação da Páscoa.

DSCF6495 800x600

amentardasalmas pos01-280x188 800x600 17951460 1499Via Sacra319066759197 5775887779908275186 n 800x600

17951711 1499300166761087 116972052886126340 n 800x600

DSCF6537 800x600

 

DSCF6540 800x600

DSCF6564 800x600

DSCF6599 800x600

DSCF6593 800x600

DSCF6623 800x600

DSCF6601 800x600

20170413 213733 800x600

Ficam aqui outros momentos marcantes deste Tempo Pascal como foi o Amentar das Almas que se realizou no dia 8 abril, no Largo da Igreja da Misericórdia e contou com a participação do Grupo de Cantares de Santo Amaro de Azurara, Grupo de Cantares de Alcofra, Vouzela, Grupo de Cantares Amigos de Macieira, Águeda, Grupo de Cantares de Proença-a-Velha, Banda Filarmónica de Abrunhosa-a-Velha, Banda Filarmónica de Lobelhe, Banda Filarmónica de Vila Cova e Banda Filarmónica de Tibaldinho.

No dia 13 de abril – Quinta Feira Santa na Igreja Paroquial de Mangualde, às 21h00 celebrou-se a Missa da Ceia do Senhor, seguida da Adoração ao Santíssimo Sacramento na Igreja da Nossa Senhora da Conceição até às 24h.

No dia 14 de abril – Sexta-feira Santa decorreu a celebração da Paixão do Senhor às 17h seguida da Procissão do Enterro do Senhor, percorrendo as principais ruas da cidade.

À noite, pelas 21h30, decorreu a Via Sacra com a encenação das estações em vários pontos da cidade, pelos Escuteiros de Mangualde e pelos Escuteiros de Ranhados, Viseu.

No Sábado Santo, dia 15, às 21h30, realizou-se a Vigília Pascal.

No Domingo as celebrações terminaram com missa solene do Domingo de Páscoa, às 11h00, na Igreja Paroquial de Mangualde.

Todos estes momentos contaram com a participação de muitos fiéis.

Com a devida vénia salientamos duas citações das homilias do Rev. Cónego Jorge Seixas: “A Semana Santa não pode ficar reduzida a recordar coisas do passado, que aconteceram já há muitos séculos. Todos os momentos que estamos a viver nestes dias são momentos do hoje de Deus … Jesus Cristo é sempre o mesmo, ontem hoje e por toda a eternidade. A Semana Santa é tempo propício, é tempo de graça, é tempo de anunciar uma verdadeira primavera do espírito que renova as forças da nossa vida.” (Quinta Feira-Santa)

“Depois da longa travessia quaresmal… Depois da Semana Santa, nesta noite ressoou em todo o mundo cristão o anúncio da Páscoa, o canto da aleluia, a alegria por Cristo ressuscitado. “Este é o dia que o Senhor fez: exultemos e cantemos de alegria”. É a maior festa dos cristãos.” (Domingo de Páscoa).

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Seguinte > Final >>

Página 1 de 162