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Entrevista
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Jornal - Entrevista

Abertura do ano lectivo

15 de Setembro

Com o mês de Setembro as férias terminam para muitos, nomeadamente para os estudantes que vão ter pela frente mais um etapa das suas vidas, para muitos é a primeira vez.

 

Notícias
 
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Jornal - Entrevista

A Vida Presbiteral é um grande desafio

Lino Alberto Pereira Loureiro é natural de Gandufe, freguesia e paróquia de Espinho, concelho de Mangualde, filho do Sr. António Maria Santos Loureiro e de D. Maria de Lurdes Jesus Pereira. Foi ordenado presbítero na Sé de Viseu, no dia 26 de Junho passado, Dia da Diocese. Apresenta-nos assim a história da sua Vocação: 

“Quando frequentava o ensino básico em Mangualde, em simultâneo, participava em alguns encontros do pré-seminário. Aí comecei a conhecer-me, a descobrir Cristo, a perceber que, estando atento, conseguiria entender o que Ele tinha para mim, a partir daquilo que eu era na realidade.

Desafio foi ir para o Seminário. Aí num contexto de oração, estudo e partilha, fui amadurecendo a minha vocação. Conscientemente, entrei para o Seminário Maior. Seguir Cristo, o Bom Pastor era, sem dúvida, o que eu queria para o resto da minha vida. O chamamento era evidente e o “SIM” era iminente. Agora, aqui estou, comprometido com Deus e com o Mundo, tornando a minha vida um inteiro serviço, tentando ser para os outros sinal da presença amorosa de Deus.”

 

E quisemos conhecer um pouco mais o que pensa e sente este novo sacerdote da Diocese de Viseu, enviado também ele a servir o Senhor, “em comunhão para a missão”... 

 

 

Numa  época em que os compromissos são tão questionados, como apresentar  o  compromisso de uma vocação e entrega Sacerdotal?

Pe. Lino - O sacerdócio ministerial não é simplesmente um compromisso, é uma VOCAÇÃO. Se a assumirmos conscientemente, discernindo que é, de facto, o que se quer fazer na vida, sentindo, sobretudo, o que Deus quer para nós, isso realiza-nos e faz-nos dar frutos. Quando nos apercebemos que a nossa palavra ou acção toca os corações e os converte, quando perdoamos os pecados sendo nós próprios pecadores, quando ajudamos os outros a descobrir as perspectivas do Reino de Deus e, principalmente, quando celebramos a Eucaristia, tomando o lugar de Cristo, somos, de facto, FELIZES.

 

Quais pensa serem as principais preocupações de um Sacerdote, hoje, perante o contexto actual?

Pe. Lino - As preocupações de um sacerdote de hoje, são transversais às de todos os cidadãos conscientes. No entanto e, obviamente, acrescidas de outras tantas inerentes ao facto da missão que o identifica e da responsabilidade que tem, tendo em conta, a condição de seguidor de Cristo.

 

O que, de antemão, poderá  esperar das futuras comunidades paroquiais que lhe serão confiadas?

Pe. Lino - Como disse, a vida presbiteral, é um grande desafio nos dias de hoje. No entanto, o padre, não caminha sozinho, ele é povo com o povo. Tem que haver um processo de adaptação mútua. Espero que as comunidades paroquiais que me forem confiadas estejam receptivas à referida adaptação, sem saudosismos e com disponibilidade para colaborarem e ajudarem o Pastor que lhes foi confiado.

 

Como neo-sacerdote, que expectativas tem deste processo de interiorização e  renovação, o Sínodo Diocesano, que a Diocese de Viseu está a viver?  

Pe. Lino - O Sínodo é, por si só, um desafio para as nossas comunidades paroquiais e para mim, agora com mais responsabilidades. Espero que, após a participação activa de todos neste processo, tenhamos concretizado o objectivo final: uma Igreja em sintonia com o actual Povo de Deus e que tenha despertado nos jovens “vocações sacerdotais”.

 

Como lançaria aos jovens este desafio vocacional sacerdotal?

Pe. Lino - O testemunho de um padre jovem será, sem dúvida, um estímulo. A felicidade séria e adulta que eu conseguir transmitir aos jovens das paróquias que me forem confiadas, fará certamente despertar o interesse por esta vida dedicada exclusivamente aos outros, seguindo o exemplo de Cristo, o Bom Pastor. Quando os jovens entenderem que o verdadeiro “ líder” é Jesus Cristo, descobrirão a fonte da verdadeira alegria: “Vinde e Vereis”.

 
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Jornal - Entrevista

Desporto

Vanessa Filipa, uma estrela no desporto

Vanessa Filipa é uma jovem Abrunhosense, que ao serviço da Fundação Laura Santos de Moimenta da Serra, integrando a sua equipa de Futebol tem tido prestações que a levaram à selecção nacional. Conversámos com esta promissora jovem, a quem colocámos as seguintes questões.

 

N.B.- Vanessa, acabaste de participar no Campeonato Europeu de Sub-19 que se realizou na Croácia, descreve-nos essa experiência?

Vanessa – Foi uma experiência fantástica, tanto a nível individual como colectivo. O nosso grupo (Noruega, Inglaterra e Croácia), não era muito fácil, mas demos sempre o nosso melhor em campo, foram jogos bem disputados. Em termos individuais foi muito bom, nunca pensei ser titular nos três jogos, aprendi muito, posso dizer que cresci como jogadora, e  não só, também cresci psicologicamente. Aprendi imenso.

 

N.B.- Concretizada a tua aspiração de representares as cores nacionais, qual é o próximo objectivo?

Vanessa – Tenho vários objectivos. Para já quero continuar nas sub-19 a representar Portugal, pois ainda tenho mais um ano nesse escalão. Depois vou trabalhar para chegar à selecção A e, com muito trabalho empenho e dedicação, certamente os  objetivos vão aumentando de  nível.

 

N.B.- Qual o conselho que dás  às jovens?

Vanessa – Que sigam os seus sonhos, que lutem por aquilo que realmente querem, não desistam de ser alguém na vida e, principalmente, não deixem os estudos para trás, porque são muito importantes para o futuro.

Bem haja, Vanessa, pelo teu testemunho.

Desejamos-te as maiores felicidades, tanto no aspecto desportivo, como na tua vida estudantil, gostei de te ouvir dizer, “não deixem os estudos para trás”.

 

 
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Jornal - Entrevista

Entrevista com D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu

D. Ilídio Leandro terminou no dia 5 de Junho a Visita Pastoral ao Arciprestado de Mangualde.

Notícias da Beira entrevistou-o.

 

Notícias da Beira - D. Ilídio desde Janeiro que  percorreu  o nosso concelho. Que balanço faz?

D. Ilídio - O balanço é, deveras, positivo. A possibilidade de ter contactado, de perto, com as diversas comunidades paroquiais; ter celebrado em todos os lugares de culto dos diversos lugares; ter-me encontrado com todas as pessoas que se quiseram aproximar (...) tudo isto foi uma graça muito grande. Além disso, ter passado pelos doentes e a cada um dirigir uma palavra de conforto; ter estado com todas as crianças, adolescentes e jovens, nas escolas e nas catequeses; ter reunido com os diversos grupos de corresponsabilidade que animam a vida cristã das comunidades (...) foi para mim uma descoberta permanente que muito me enriqueceu. Ter, ainda, contactado com unidades tão empreendedoras de trabalho, nas empresas e nas experiências variadas de trabalho; sentir a vontade de servir nos diversos Autarcas do concelho e o desejo de, em cada situação, ajudarem a resolver problemas concretos, apostando no desenvolvimento e no futuro; celebrar em comunidades que fazem festa na Eucaristia e que preparam bem as celebrações dominicais... Todas estas realidades me deram uma visão do Arciprestado de Mangualde muito positiva. Tudo isto é parte do que eu quero realçar, louvar e agradecer, recordando os diversos agentes desta vida que cresce e que se fortalece com dedicação, amor e entrega de muito e bom voluntariado.

 

N.B.- Na Carta Pastoral que dirigiu aos Amigos e Irmãos do Arciprestado de Mangualde referiu que viria como Bispo, Pastor, sobretudo, como amigo e irmão, para nos conhecer melhor e nos confirmar na Fé.

Que impressão leva no coração destas terras?

D. Ilídio -  A impressão é a confirmação de que me receberam nas dimensões que enunciei na Carta. Sinto-me mais Bispo e Pastor porque conheço melhor a realidade e as pessoas desta parte da Diocese. Sinto-me mais amigo e irmão porque em todas as pessoas encontrei amigos e irmãos, na mesma fé e na mesma esperança e com igual vontade de ser e renovar a Igreja.

 

N.B.- Quais foram as maiores dificuldades que encontrou no nosso concelho?

D. Ilídio -  Repetindo-me e dizendo o que tenho dito de outras vezes e noutras áreas da Diocese, sinto que há freguesias e aldeias com um envelhecimento muito acentuado. A desertificação é notória e sinto que pouco se faz ou se pode fazer para corrigir esta situação. A emigração, começada há já alguns anos, não tem parado. Os casais novos estão fora - no estrangeiro ou noutras zonas do País. A natalidade é diminuta e as condições para atracção de jovens e de casais novos são mínimas. Tudo isto faz o estado actual das coisas. Felizmente que, em Mangualde - cidade e freguesias limítrofes - esta situação é mais animadora. Na cidade vêem-se muitas crianças e há crescimento e apostas nos investimentos que estão a fazer-se. Na vivência da Fé, enquanto comunidades cristãs, desejo mais apostas na formação e na corresponsabilidade em áreas que comprometam mais os leigos. É um trabalho que se está a fazer e que os Párocos estão empenhados em prosseguir.

 

N.B.- Sendo a Paróquia de Mangualde a maior do nosso concelho e da nossa Diocese como vê a dinamização dos Grupos e Movimentos?

E que ideia leva relativamente aos jovens?

D. Ilídio  - Encontrei em Mangualde alguns Grupos e alguns Movimentos com muita vontade de crescerem como cristãos e com abertura ao mundo, num testemunho que é essencial à vida cristã. A formação dos Dirigentes e Responsáveis é fundamental e essa formação deve ser permanente, pois as exigências são cada vez maiores e mais específicas. Creio que há um bom trabalho, no geral. Os jovens fazem um esforço grande para manterem o seu entusiasmo e vigor, características essenciais no processo da Nova Evangelização. Sobretudo nos jovens, hoje a quantidade é quase impossível. A qualidade é apreciável e é sempre de estimular. A amizade dos responsáveis e o sentido do acompanhamento pessoal e do grupo são factores essenciais.

 

N.B.- Que mensagem nos deixa?

D. Ilídio  -  A mensagem que deixo é um forte apelo à confiança e à esperança, pedindo a que, cada um e cada uma, sejam exigentes na vivência da Fé como um encontro pessoal, belo, verdadeiro e feliz com Jesus Cristo e com cada pessoa. Somente assim o testemunho será positivo e este é a base do anúncio de Jesus que é a condição essencial para que os “outros” creiam. Os jovens são chamados a ser os apóstolos e os missionários dos jovens; os cristãos são chamados a ser os anunciadores dos valores de que o mundo precisa - os valores válidos que o Evangelho nos ensina. Importa, nestas circunstâncias difíceis, lembrar, anunciar, estudar e, sobretudo, viver as Bem- aventuranças. Estas, praticadas, ensinam a concretizar uma Sociedade melhor e mais feliz.

 

N.B.- A Paróquia de Mangualde, nestes últimos 4 anos, viveu uma experiência nova, tem somente um sacerdote, em vez de uma equipa Sacerdotal.

Que impressão leva desta nova situação? Sentiu os leigos com vontade de assumirem responsabilidades na pastoral?

D. Ilídio  -  Queremos uma Igreja de baptizados, onde cada cristão - sacerdote, religioso, leigo - encontra lugar para a Missão. Um Sacerdote em qualquer paróquia é suficiente. A Igreja existe a partir do momento em que há cristãos, com a possibilidade de se celebrar a Eucaristia e os Sacramentos. Porém, fundamental para que as celebrações tenham lugar é haver anúncio e vivência da Palavra de Deus e aprofundamento da Fé. Sobretudo hoje, um sacerdote é suficiente; a acção dos leigos cristãos é indispensável. Sim, há leigos cristãos muito capazes e com muita vontade de viver a Fé, construindo e renovando a Igreja para ser sempre a Igreja de Jesus.

 

N.B.- Concorda que podemos chamar a esta Paróquia, com a sua acção social, “um Evangelho vivo”?

D. Ilídio - .Nenhuma paróquia tem a perfeição acabada. Cada comunidade está em crescimento e em realização do projecto de Jesus. Ser “Evangelho vivo”, somente Jesus Cristo. Somo-lo, cada um de nós e cada comunidade, tanto quanto nos aproximarmos do “Evangelho vivo” e vivermos d’Ele.

 

N.B.- Sentiu a dinâmica do Sínodo na nossa comunidade? D. Ilídio - Sim. Senti que o Sínodo está presente e começa a chamar a todos para a Missão. Precisamos de sentir-nos chamados a viver a comunhão que se fundamenta na Palavra de Deus, se celebra e alimenta na Eucaristia e nos Sacramentos, se rega e se cuida com a Oração e se vive, anuncia e testemunha com o amor. “Em comunhão para a missão” é um desafio para todos. Faço votos de que Mangualde - paróquia e arciprestado - viva, com alegria, empenho e determinação este belo Projecto da nossa Igreja de Viseu.

 
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Jornal - Entrevista

Unidade de Cuidados Continuados

pronta de arquitectura

Faz um ano que foi assinado o auto de consignação e início dos trabalhos de remodelação e adaptação do antigo hospital que dará lugar a uma Unidade de Cuidados Continuados.

O Notícias da Beira foi falar com o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Mangualde, Sr. Coronel  Fernando Morais de Almeida, para saber como se encontram as obras.

 

N.B. - De uma forma resumida explique-nos em que consiste uma Unidade de Cuidados Continuados?

Provedor Morais de Almeida- Resumidamente, diria que, até há bem pouco tempo, as pessoas doentes, em situação de dependência ou com patologias associadas à idade, não tinham alternativa senão permanecer largo tempo nos hospitais, ocupando camas necessárias para outras urgências mais agudas, ou então eram convencidas a regressar aos seus domicílios ou a ser internadas em Lares, obviamente não preparados para receber este tipo de doentes, cujos cuidados são em muitos casos intensos, a pedir uma vigilância clínica de 24 horas diárias. Então surgiu esta solução, isto é as pessoas que já referi passaram a dispor de instalações de internamento para “continuar a ter cuidados”, daí a designação de Unidades de Cuidados Continuados.

 

N.B.- O nosso concelho tem grande necessidade deste serviço?

P. - Eu acho que sim. Se não repare, actualmente, o que está a suceder é que as pessoas do concelho que tipificam esta necessidade estão a ser encaminhadas para unidades já existentes noutros concelhos, dificultando a visita dos familiares, visitas essas que tão importantes são nesta fase da vida das pessoas. Repare-se que estamos a falar de “cuidar”, mais do que “tratar”. Cuidar implica afectos. Ora foi a pensar nisso que a Misericórdia de Mangualde decidiu empreender esta obra. Cuidar da Saúde está na génese da criação das Misericórdias.

 

N.B. –O prazo da obra vai ser cumprido? Para quando está prevista a abertura?

P. - A obra pode-se considerar pronta de arquitectura. Não chegou a um ano. Já foi assinado o auto de recepção provisória. Faltam alguns acabamentos e em breve poderemos pedir a licença de utilização, não sem antes obtermos as certificações nas mais diversas áreas que são etapas cujo tempo de demora temos alguma dificuldade em controlar. Claro que, entretanto,  decorrem as diligências para o equipamento móvel e as acções de recrutamento, selecção de pessoal e sua formação. Quando tudo estiver pronto esperamos assinar o necessário acordo com o Estado para que entre em funcionamento.

 

N.B. – Qual o investimento total da obra?

P. - Estamos a falar de cerca de três milhões de euros.

 

N.B.- Qual é a comparticipação da Santa Casa da Misericórdia?

P. -Sendo a comparticipação do Estado de 750.000 Euros e a comparticipação da Câmara Municipal de Mangualde, deliberada em cerca de 275.100 Euros, a pagar em cinco anos, o restante é da responsabilidade da Misericórdia. Claro que tivemos de pedir um volumoso pedido à Banca que estamos a pagar. Não há mais transparência possível.

 

N.B. Quantos postos de trabalho vão ser criados?

P.- Esperamos criar cerca de 30 postos de trabalho directos.

 

N.B.- A ACAB, no dia 9 de Abril, realizou um Sarau  e a receita reverteu a favor da U.C. C. 

A população aderiu?

P.- Acho que sim, se atendermos a que, como nos diz a ACAB, os bilhetes foram praticamente todos vendidos, e alguns duas vezes, isto é, houve pessoas que os compraram e ofereceram de novo para revenda, de modo a que constituíssem donativo, já que não podiam ir ao espectáculo. De uma forma geral, as pessoas de Bem têm-nos feito chegar a sua ajuda, algumas dando-nos quantias que lhes fariam falta.

 

N.B.- Tem havido outras iniciativas para ajudar na angariação de receitas?

P. - Tem havido e mais há e haverá, à medida que as pessoas ficam informadas do alcance da obra. Há felizmente gente e instituições que nos abordam manifestando-se disponíveis para ajudar por qualquer forma. Comovem-nos, às vezes, pessoas que pouco têm e nos trazem do que se vê lhes fazer falta. Toda a esmola é bem-vinda, mas tem muito valor o que se dá daquilo que nos faz falta. Todos serão inscritos no Livro dos Beneméritos da Obra.

Hoje ou amanhã seremos velhos a precisar destas ajudas de saúde no final da vida. No futuro colheremos do Bem que agora semearmos.

 

 
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