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Notícias da Igreja
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Jornal - Notícias da Igreja

Quaresma, desvios e transfigurações

 

Por vezes redescobrimos sentidos inesperados em experiências e palavras que possibilitam leituras diversas à luz de novos acontecimentos. Dei comigo a repetir a antiga fórmula escrita a giz, no quadro, nas aulas de estatística, agora com uma conotação quaresmal. O desvio padrão é «uma medida que expressa o grau de dispersão de um conjunto de dados…». Vejamos um exemplo: as modernas aplicações dos “smartphones” dão-nos a possibilidade de contabilizar o número de passos diários. Se eu assumir fazer 8000 passos como propósito pessoal para me manter saudável, no final de um tempo, posso avaliar a dispersão tendo como referência a média. Uns dias apenas consegui 3000, outros 4000… e excecionalmente 10 000. A média da dispersão pode ser avaliada e comparada com um padrão pré-estabelecido. O desvio médio pode ser significativamente superior ou inferior…

Será possível analisar o desvio padrão nas relações humanas? Será que alguém, alguma vez, mediu o desvio padrão existencial com o rigor aproximado ao dos cálculos probabilísticos?

 

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Jornal - Notícias da Igreja

MENSAGEM

DO PAPA FRANCISCO

PARA A QUARESMA DE 2018

 

Mais uma vez vamos encontrar-nos com a Páscoa do Senhor! Todos os anos, com a finalidade de nos preparar para ela, Deus na sua providência oferece-nos a Quaresma, «sinal sacramental da nossa conversão», que anuncia e torna possível voltar ao Senhor de todo o coração e com toda a nossa vida.

Com a presente mensagem desejo, este ano também, ajudar toda a Igreja a viver, neste tempo de graça, com alegria e verdade; faço-o deixando-me inspirar pela seguinte afirmação de Jesus, que aparece no evangelho de Mateus: «Porque se multiplicará a iniquidade, vai resfriar o amor de muitos» (24, 12).

Esta frase situa-se no discurso que trata do fim dos tempos, pronunciado em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, precisamente onde terá início a paixão do Senhor. Dando resposta a uma pergunta dos discípulos, Jesus anuncia uma grande tribulação e descreve a situação em que poderia encontrar-se a comunidade dos crentes: à vista de fenómenos espaventosos, alguns falsos profetas enganarão a muitos, a ponto de ameaçar apagar-se, nos corações, o amor que é o centro de todo o Evangelho.

 

Os falsos profetas

Escutemos este trecho, interrogando-nos sobre as formas que assumem os falsos profetas?

Uns assemelham-se a «encantadores de serpentes», ou seja, aproveitam-se das emoções humanas para escravizar as pessoas e levá-las para onde eles querem. Quantos filhos de Deus acabam encandeados pelas adulações dum prazer de poucos instantes que se confunde com a felicidade! Quantos homens e mulheres vivem fascinados pela ilusão do dinheiro, quando este, na realidade, os torna escravos do lucro ou de interesses mesquinhos! Quantos vivem pensando que se bastam a si mesmos e caem vítimas da solidão!

Outros falsos profetas são aqueles «charlatães» que oferecem soluções simples e imediatas para todas as aflições, mas são remédios que se mostram completamente ineficazes: a quantos jovens se oferece o falso remédio da droga, de relações passageiras, de lucros fáceis mas desonestos!

Quantos acabam enredados numa vida completamente virtual, onde as relações parecem mais simples e ágeis, mas depois revelam-se dramaticamente sem sentido! Estes impostores, ao mesmo tempo que oferecem coisas sem valor, tiram aquilo que é mais precioso como a dignidade, a liberdade e a capacidade de amar. É o engano da vaidade, que nos leva a fazer a figura de pavões para, depois, nos precipitar no ridículo; e, do ridículo, não se volta atrás. Não nos admiremos! Desde sempre o demónio, que é «mentiroso e pai da mentira» (Jo 8, 44), apresenta o mal como bem e o falso como verdadeiro, para confundir o coração do homem. Por isso, cada um de nós é chamado a discernir, no seu coração, e verificar se está ameaçado pelas mentiras destes falsos profetas. É preciso aprender a não se deter no nível imediato, superficial, mas reconhecer o que deixa dentro de nós um rasto bom e mais duradouro, porque vem de Deus e visa verdadeiramente o nosso bem.

 Um coração frio

Na Divina Comédia, ao descrever o Inferno, Dante Alighieri imagina o diabo sentado num trono de gelo; habita no gelo do amor sufocado. Interroguemo-nos então: Como se resfria o amor em nós? Quais são os sinais indicadores de que o amor corre o risco de se apagar em nós?

O que apaga o amor é, antes de mais nada, a ganância do dinheiro, «raiz de todos os males» (1 Tm 6, 10); depois dela, vem a recusa de Deus e, consequentemente, de encontrar consolação n’Ele, preferindo a nossa desolação ao conforto da sua Palavra e dos Sacramentos. Tudo isto se permuta em violência que se abate sobre quantos são considerados uma ameaça para as nossas «certezas»: o bebé nascituro, o idoso doente, o hóspede de passagem, o estrangeiro, mas também o próximo que não corresponde às nossas expetativas.

A própria criação é testemunha silenciosa deste resfriamento do amor: a terra está envenenada por resíduos lançados por negligência e por interesses; os mares, também eles poluídos, devem infelizmente guardar os despojos de tantos náufragos das migrações forçadas; os céus – que, nos desígnios de Deus, cantam a sua glória – são sulcados por máquinas que fazem chover instrumentos de morte.

E o amor resfria-se também nas nossas comunidades: na Exortação apostólica Evangelii gaudium procurei descrever os sinais mais evidentes desta falta de amor. São eles a acédia egoísta, o pessimismo estéril, a tentação de se isolar empenhando-se em contínuas guerras fratricidas, a mentalidade mundana que induz a ocupar-se apenas do que dá nas vistas, reduzindo assim o ardor missionário.

 

Que fazer?

Se porventura detetamos, no nosso íntimo e ao nosso redor, os sinais acabados de descrever, saibamos que, a par do remédio por vezes amargo da verdade, a Igreja, nossa mãe e mestra, nos oferece, neste tempo de Quaresma, o remédio doce da oração, da esmola e do jejum.

Dedicando mais tempo à oração, possibilitamos ao nosso coração descobrir as mentiras secretas, com que nos enganamos a nós mesmos, para procurar finalmente a consolação em Deus. Ele é nosso Pai e quer para nós a vida.

A prática da esmola liberta-nos da ganância e ajuda-nos a descobrir que o outro é nosso irmão: aquilo que possuo, nunca é só meu. Como gostaria que a esmola se tornasse um verdadeiro estilo de vida para todos! Como gostaria que, como cristãos, seguíssemos o exemplo dos Apóstolos e víssemos, na possibilidade de partilhar com os outros os nossos bens, um testemunho concreto da comunhão que vivemos na Igreja. A este propósito, faço minhas as palavras exortativas de São Paulo aos Coríntios, quando os convidava a tomar parte na coleta para a comunidade de Jerusalém: «Isto é o que vos convém» (2 Cor 8, 10). Isto vale de modo especial na Quaresma, durante a qual muitos organismos recolhem coletas a favor das Igrejas e populações em dificuldade. Mas como gostaria também que no nosso relacionamento diário, perante cada irmão que nos pede ajuda, pensássemos: aqui está um apelo da Providência divina.

Cada esmola é uma ocasião de tomar parte na Providência de Deus para com os seus filhos; e, se hoje Ele Se serve de mim para ajudar um irmão, como deixará amanhã de prover também às minhas necessidades, Ele que nunca Se deixa vencer em generosidade?

Por fim, o jejum tira força à nossa violência, desarma-nos, constituindo uma importante ocasião de crescimento. Por um lado, permite-nos experimentar o que sentem quantos não possuem sequer o mínimo necessário, provando dia a dia as mordeduras da fome. Por outro, expressa a condição do nosso espírito, faminto de bondade e sedento da vida de Deus. O jejum desperta-nos, torna-nos mais atentos a Deus e ao próximo, reanima a vontade de obedecer a Deus, o único que sacia a nossa fome.

Gostaria que a minha voz ultrapassasse as fronteiras da Igreja Católica, alcançando a todos vós, homens e mulheres de boa vontade, abertos à escuta de Deus. Se vos aflige, como a nós, a difusão da iniquidade no mundo, se vos preocupa o gelo que paralisa os corações e a ação, se vedes esmorecer o sentido da humanidade comum, uni-vos a nós para invocar juntos a Deus, jejuar juntos e, juntamente connosco, dar o que puderdes para ajudar os irmãos!

 

O fogo da Páscoa

Convido, sobretudo os membros da Igreja, a empreender com ardor o caminho da Quaresma, apoiados na esmola, no jejum e na oração. Se por vezes parece apagar-se em muitos corações o amor, este não se apaga no coração de Deus! Ele sempre nos dá novas ocasiões, para podermos recomeçar a amar.

Ocasião propícia será, também este ano, a iniciativa «24 horas para o Senhor», que convida a celebrar o sacramento da Reconciliação num contexto de adoração eucarística. Em 2018, aquela terá lugar nos dias 9 e 10 de março – uma sexta-feira e um sábado –, inspirando -se nestas palavras do Salmo 130: «Em Ti, encontramos o perdão» (v. 4). Em cada diocese, pelo menos uma igreja ficará aberta durante 24 horas consecutivas, oferecendo a possibilidade de adoração e da confissão sacramental.

Na noite de Páscoa, reviveremos o sugestivo rito de acender o círio pascal: a luz, tirada do «lume novo», pouco a pouco expulsará a escuridão e iluminará a assembleia litúrgica. «A luz de Cristo, gloriosamente ressuscitado, nos dissipe as trevas do coração e do espírito», para que todos possamos reviver a experiência dos discípulos de Emaús: ouvir a palavra do Senhor e alimentar-nos do Pão Eucarístico permitirá que o nosso coração volte a inflamar-se de fé, esperança e amor.

Abençoo-vos de coração e rezo por vós. Não vos esqueçais de rezar por mim.

 

 
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Viseu: Jornadas do clero sobre

«Acompanhar, Discernir, Integrar»

 

As jornadas do clero de Viseu, a realizar de 08 a 10 de fevereiro, no auditório do Seminário Maior, têm como tema «Acompanhar, Discernir, Integrar».

O padre José-Román Flecha é o orador desta ação de formação que tem como subtítulo «O caminho do amor».

Os dois primeiros dias das jornadas são destinados a presbíteros e diáconos e no último dia, a organização sugere aos “arciprestes e aos párocos que convidem os casais envolvidos na pastoral da família”.

 
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DIOCESE:

Nomeação de novo bispo de Viseu

“está para muito breve”

D. Ilídio Leandro, que solicitou a sua renúncia no final do ano passado, por motivos de saúde, diz que os anos à frente da diocese foram “os melhores que viveu”.

A nomeação do sucessor do bispo de Viseu “está para muito breve”, admite o actual D. Ilídio Leandro, em entrevista à Renascença.

 D. Ilídio Leandro revela que ainda no mês de Fevereiro será conhecido o nome do novo bispo. “Teremos este mês de Fevereiro a nomeação do novo bispo para a diocese, esperamos que seja antes da Quaresma, e peço um acolhimento amigo e colaborante com o novo bispo.”

“Teremos a reunião do conselho pastoral diocesano no dia 24 e a reunião do conselho presbiteral no dia 27 que terá em conta este futuro novo, certamente está para muito breve a nomeação”, explica à Renascença.

Nascido em Rio de Mel, concelho de São Pedro do Sul, no dia 14 de Dezembro de 1950. Recebeu a ordenação sacerdotal no dia de Natal de 1973, e foi ordenado bispo da diocese de Viseu no dia 23 de Julho de 2006.

Um longo percurso de vida dedicada à Igreja que D. Ilídio classifica como uma experiência muito positiva. “Para mim foi olhar a diocese com outra vista e outro coração, foi uma experiência muito boa, muito positiva, conhecer toda a diocese de Viseu, conhecer a minha Igreja com outros olhos. Como bispo fui chamado a ter outro tipo de relação diferente daquela que tinha como padre, e por isso foi para mim uma alegria muito grande as visitas pastorais, foram os momentos melhores que vivi”, conclui.

D. Ilídio Leandro garante que vai continuar a manter um papel ativo na comunidade diocesana de Viseu.

 
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Todos somos

corresponsáveis na Igreja

 

Não temos mais que cinco pães e dois peixes. Ele disse-lhes: - Trazei-mos.” (Mt 14, 17-18). E Jesus multiplicou o pão e os peixes, de modo que deles comeram cinco mil homens, mais as mulheres e as crianças. Na Eucaristia, Jesus continua partindo o seu pão, o Pão da Vida, mas cada um tem que trazer o que tem, de modo que todos demos e recebamos. E assim deve acontecer sempre na Igreja: é o que chamamos corresponsabilidade.

Na Igreja de Jesus, todos somos iguais em dignidade pelo Baptismo e todos somos responsáveis pela única missão do Povo de Deus no mundo. Certamente nem todos somos responsáveis da mesma maneira, já que existem na Igreja, por obra do Espírito, distintos mistérios, carismas e serviços. Porém, estas diferenças não devem diminuir a responsabilidade comum, mas sim reforçá-la. Porque a pluralidade de dons e funções unicamente nos demonstra que necessitamos uns dos outros. De tal modo que podemos falar de uma corresponsabilidade orgânica, que inclui as seguintes verdades:

a)   Todos somos responsáveis e, portanto, todos devemos ser membros activos.

b)   Cada um é responsável pelo que é e tem, quer dizer, desde os dons que recebeu até às funções que lhe foram atribuídas.

c)   Há que coordenar a própria responsabilidade com a dos outros em ordem a realizarmos, juntos, a missão única que Deus nos confiou. Sem unidade não há corresponsabilidade. De facto, confrontamo-nos frequentemente com os seguintes fenómenos:

A acção pastoral que se realiza nas nossas paróquias está, entretanto, pensada, dirigida e realizada quase exclusivamente pelos sacerdotes.

Ainda que nos últimos anos tenha vindo a crescer a colaboração pastoral dos leigos, verifica-se que os cristãos que colaboram activamente são ainda poucos, quase sempre os mesmos e os mesmos para tudo.

A grande massa dos fiéis está ainda instalada na passividade, sem sequer sentir alguma responsabilidade na missão da comunidade.

Se queremos aumentar a força evangelizadora das nossas paróquias, é necessário superar esta situação promovendo por todos os meios uma corresponsabilidade mais efectiva.

 O chamamento à responsabilidade e à participação

 “Como, pois, invocarão aquele em quem não acreditam? E como acreditarão naquele a quem não ouviram? E como ouvirão sem haver quem pregue? E como pregarão se não forem enviados?” (Rom 10,14-15). É necessário, antes de tudo, cuidar muito mais o chamamento ao cumprimento pastoral. Quer dizer, temos que incrementar entre todos uma verdadeira “pastoral vocacional” no seio da comunidade, não só para despertar vocações em relação ao ministério presbiteral, à vida religiosa e ao matrimónio, mas também para as diversas tarefas e serviços da vida cristã. Para isso não bastam os chamamentos genéricos e globais; há que apresentar às pessoas concretas as possibilidades de colaborar numa tarefa bem definida, ajudando-as a descobrir o valor evangelizador que encerra, acompanhando-as e preparando-as para aquele serviço.

Os presbíteros, religiosos e leigos, já comprometidos procurarão não “desresponsabilizar” o conjunto da comunidade, mas convidar constantemente outros e ajudá-los a descobrir a sua vocação e as suas possibilidades de serviço.

Haverá que estimular mais a formação pela acção. A pessoa descobre melhor a sua responsabilidade quando começa a exercê-la. Será conveniente, pois, confiar-lhe quanto antes alguma tarefa concreta que, ainda que seja simples, servirá para convertê-la em membro activo da comunidade.

Os seculares devem ser ajudados a descobrir campos novos de responsabilização, tanto no seio da comunidade (v.gr. acolhimento e preparação de noivos, preparação dos pais para o baptismo dos seus filhos, animação de processos catecumenais) como, e sobretudo, no meio do mundo (campo familiar, mundo do ensino, actividade sindical e política, etc.). Não se pode esquecer que o campo específico da actividade evangelizadora do secular é o mundo vasto e complexo (cfr. EN 70).

 

Teremos também que nos esforçar por elevar os níveis de responsabilidade do secular. Não nos devemos conformar com ter “acólitos” que colaboram unicamente nos últimos níveis de execução. Há que promover pessoas capazes de pensar, programar e dirigir áreas importantes da acção evangelizadora.

Não é possível fazer crescer seriamente a corresponsabilidade dos leigos e promover uma mudança da sua actividade evangelizadora, se não se cuida devidamente da sua formação. Só com ela poderão muitos leigos, educados noutro tempo e noutros moldes, adquirir personalidade, segurança e iniciativa missionária.

 

Os motivos da corresponsabilidade

 Temos de reconhecer que o grau de corresponsabilidade das nossas paróquias é, apesar de tudo, pequeno. Se queremos passar dos bons desejos às realidades é necessário promover ocasiões concretas de participação. Certamente, a distinta magnitude das paróquias, assim como as diferenças tão patentes que existem em relação à sua situação humana e religiosa, desaconselham à adopção de formas pré-fabricadas e válidas para todos. Temos de actuar com um grande realismo e adaptação às circunstâncias. Porém, em qualquer situação, é possível e necessário descobrir instrumentos para informar e consultar os fiéis e, sobretudo, para fazê-los participar na elaboração e realização dos projectos pastorais.

É conveniente ir criando equipas de trabalho ou comissões encarregadas de gerir as distintas tarefas que compõem a pastoral paroquial (catequese, liturgia, caridade, atenção aos enfermos...). A função destas equipas pode ser a de programar e responsabilizar-se pela realização da tarefa, mas sem a monopolizar, antes servindo de animação para a participação do resto da comunidade. Estas equipas ou comissões favorecem a especialização dos agentes pastorais. E são também ocasiões adequadas para partilhar a fé, orar em comum e viver a fraternidade cristã. Cada equipa, além de ser uma unidade de trabalho, converte-se também numa pequena comunidade na qual se experimenta a presença do Senhor.

 
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