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17 de setembro - Igreja Paroquial de Mangualde

Tomada de posse dos novos Párocos

No dia 17 de setembro na missa das 11h00 terá lugar a tomada de posse dos novos párocos: Pe. Manuel António da Rocha Fontes Santos, Pe. António Edson Bantim Oliveira e Pe. Paulo Jorge Figueiredo Domingues, nomeados pelo Bispo diocesano, D. Ilídio Leandro.

Irão assumir in solidum a Unidade Pastoral constituída pelas paróquias de Mangualde, Cunha Alta, Cunha Baixa, Freixiosa, Mesquitela e Quintela de Azurara. O Pe. Manuel António da Rocha Fontes Santos será o moderador. 

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Pe. Manuel António

da Rocha Fontes Santos

 

Data de Nascimento: 07-07-1961

Natural de S. José de Lhanguene, Lourenço Marques, Moçambique

Filho de Avelino Soares de Fontes Santos e de Ernestina Oliveira de Castro Rocha Santos

Ordenado Sacerdote na Sé do Porto a 08-07-1990

Licenciado em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa

Curso de Habilitação Pedagógica Complementar em Ciências da Educação pela Universidade Católica Portuguesa

Reitor da Igreja de Nossa Senhora do Carmo em Tondela (1990 – 1993)

Director do Colégio Internato dos Carvalhos entre 1993 e 2008

Pároco de Tondela entre 2008 e 2014

Formador dos membros dos Grupos Sinodais do Arciprestado de Tondela

Membro do Sínodo Diocesano de Viseu

Pároco de Campo de Madalena entre 2015 e 2017

 

FullSizeRender 800x600Pe. Paulo Jorge

Figueiredo Domingues

 

Data de nascimento: 20/06/1987

Natural de Destriz, Conselho de Oliveira de Frades.

Data de Ordenação: 25/06/2017

Filho de Luís Domingues e de Luciana Augusta Figueiredo Domingues

Percurso Académico: Em setembro de 2011 entrou para o Seminário Maior de Viseu

Frequentou o 1º e 2º ano em Viseu no Instituto Superior de Teologia

Do 3º ao 5º na Faculdade de Teologia de Braga. Está a terminar o Mestrado Integrado em Teologia

O 1º e 2º ano fez o estágio pastoral na catequese da Paróquia de Santa Maria, na Sé, com o Sr. Pe. Manuel Matos

3º e 4º ano estágio pastoral com o Sr. Pe. António Jorge, na Pastoral Vocacional da Diocese

5º ano estágio pastoral na Paróquia de Rio de Loba com o Sr. Pe José Henrique.

6º ano, chamado ano pastoral, estágio na Paróquia da Nossa Senhora do Viso com o Sr. Pe. Armando Domingues

Durante este último estágio foi Ordenado Diácono a 22 de janeiro de 2017 na paróquia de Destriz e ordenado Sacerdote no dia 25 de junho de 2017, na Catedral de Viseu.

 

 Nota : Não nos foi possível contactar o Pe. António Edson Bantim Oliveira

 
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“ Acolhei bem os novos párocos,

é a melhor prenda

que me podeis dar ...”

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 Depois de 10 anos ao serviço da Paróquia de Mangualde o Rev. Cónego Jorge Seixas despediu-se no dia 15 de agosto na missa das 11H00 dos seus paroquianos.

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 Fez uma pequena resenha da vida de um menino que nasceu em Moçambique em 1967, sentiu na pele a guerra, esperando a morte com os seus pais …

Depois veio para Portugal, para uma aldeia onde frequentou a escola. A catequese foi dada pela sua mãe.

Desde tenra idade ia à missa acompanhado de seus pais e de seu irmão. Gostava de acompanhar os cânticos litúrgicos e apesar das suas traquinices dizia que queria ser padre.

Frequentou o Seminário de Fornos de Algodres e quando passava por Mangualde encantava-se com a casa das conchas e com o Calhambeque.

Depois de alguns anos chegou o momento de tomar uma opção, dizer sim… queria ser padre mas ter filhos e perante tal afirmação o seu orientador espiritual disse-lhe: “ …não tenhas receio, terás oportunidade de praticares a tua paternidade …”.

Assim aconteceu logo na sua primeira missão, formando seminaristas, depois nas paróquias e em simultâneo acompanhando, durante 15 anos, seu irmão que tinha problemas de saúde, vindo a falecer, deixando-lhe a cargo o jovem José Pedro que, perdendo o pai ganhou outro, sendo o seu orgulho. Agora o Senhor deu-lhe outro desafio, formar futuros Ministros de Deus no Seminário Interdiocesano em Braga.

Este menino referiu: “ … parto sereno e tranquilo… peço desculpa do fundo do coração por alguma falta..., acolhei bem os novos párocos, é a melhor prenda que me podeis dar …”.

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No final o Grupo Coral, em nome da comunidade, ofereceu-lhe um ramo de flores e dirigiu-lhe algumas palavras de agradecimento pela dedicação, empenho e carinho que sempre teve com os paroquianos, levando das suas homílias palavras de conforto e esperança.

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Com a devida vénia transcrevemos algumas dessas palavras:

Sr. Cónego Seixas

Chegou a hora de despedida…

Não vamos fazer grandes discursos, vamos faze-la de forma simples, humilde e sincera. Também sabemos que gosta de coisas simples e porque queremos ser sinceros, acredite que não há palavras que cheguem para expressar a nossa gratidão.

Foram 10 anos ricos, plenos e abundantes, em que aprendemos muito com o nosso pastor. Aprendemos com as suas palavras mas também com a sua maneira de ser e com o seu exemplo.

Com as palavras nas suas homilias, que tanto nos dizem e tocam. Cada um à sua maneira leva sempre algo para refletir em casa e conforto no coração. Conseguia trazer para a nossa vida a palavra do Evangelho de cada domingo. Ou então nas palavras que transmitia a quem o procurava em busca de conselho e conforto espiritual ...

E apesar de sozinho numa paróquia tão grande, sempre teve tempo para ouvir e ajudar quem o procurava.

Pois bem, foi o nosso pastor durante 10 anos.

10 anos que agora sabem a pouco porque queríamos mais. Queríamos continuar a beber dessa água viva que nos sacia como nenhuma outra o faz. Mas não sendo possível, gostaríamos que levasse no seu coração estas nossas palavras:

Senhor Cónego… OBRIGADO… MUITO OBRIGADO.

É com pena que o vemos partir, pois não o vemos apenas como o nosso Pároco que vai para outra missão, mas também como um grande amigo que nos vai deixar.

Mas tenha a certeza que mesmo longe será sempre recordado com grande estima, consideração, respeito e amizade.

E porque dissemos que nos despediríamos de forma simples e humilde, aceite em nome de todos os paroquianos estas flores como sinal do nosso agradecimento.

Senhor Cónego, muito obrigado por tudo.

Que Deus o acompanhe nesta nova missão e não vamos dizer adeus, mas um ATÉ SEMPRE”.

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Recebeu lembranças das Guias, do Grupo Acreditar e do Presidente da Câmara de Mangualde.

Os paroquianos com alguma emoção num misto de alegria por estes 10 anos e algumas lágrimas pela sua partida agradeceram-lhe com uma grande salva de palmas e um abraço até sempre.

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Os cânticos estiveram a cargo dos Grupos Corais da Paróquia. Todos os elementos cantores e instrumentistas que puderam, fizeram questão de estar presentes. Os cânticos foram escolhidos para o dia e preparados especialmente para o Sr. Cónego. Fizeram ainda a surpresa de cantar e tocar um cântico novo dedicado ao nosso pároco.

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Dentro deste espírito de amizade no dia 10 de agosto realizou-se num restaurante da cidade de Mangualde um jantar de homenagem. Foram muitos os paroquianos que quiseram estar presentes, tendo-lhe sido entregue um presépio da Vista Alegre.

 
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DESPEDIDA:

GRATIDÃO E MISSÃO

 

Sr. CónegoIMG 7359 800x600

 Saúdo-vos a todos, a cada um em particular, com todo o afeto e no amor de Jesus Cristo! Foi esta a primeira saudação que vos dirigi quando aqui cheguei há dez anos. É esta mesma saudação que vos dirijo neste momento de despedida.

 Neste momento, desejo confessar todo o meu amor por Jesus. Ao iniciar o meu ministério no meio de vós e para vós sinto ressoar em mim as palavras que escolhi, há precisamente 25 anos, em 1992, como lema para a minha vida sacerdotal: “Para mim, viver é Cristo”. Que o Senhor me dê um coração penitente, sincero, generoso e sempre pronto para conhecer, amar e servir.

Esta é a questão fundamental que Jesus me coloca a mim e a cada homem e mulher, de qualquer idade ou condição: “Sabes amar? Amas-me? És verdadeiramente meu amigo?” Não há fé sem amor. E, no final, seremos julgados pelo amor, como diz S. João da Cruz.

Nesta perspetiva do amor, a Igreja é chamada a ler os sinais dos tempos e a apresentar sinais de esperança. Os cristãos, hoje, precisam de mais adrenalina, porque já basta de naftalina para conservar o antigo, e precisam de eleger causas e processos pastorais para intervir mais, seja no anúncio da mensagem do amor e perdão, seja na denúncia profética das situações.

A Igreja é chamada, hoje, na sua missão, a recomeçar a partir de Cristo, do Seu Evangelho, da pessoa humana e da sua dignidade e liberdade, tal como fizeram os primeiros cristãos. Da contemplação de Cristo Senhor e Salvador, que é tudo para nós, surgem os traços de uma Igreja que há - de refletir o Seu rosto: uma Igreja que vive sob o primado da Graça e da santidade, que se renova e retempera constantemente nas fontes da Palavra que salva e da Eucaristia; uma Igreja que testemunha com entusiasmo e sem complexos de inferioridade o Evangelho de Cristo; uma Igreja casa e escola de comunhão, casa do encontro com Deus e com os homens, que acolhe igualmente jovens e idosos, que educa todos os seus filhos na fé e na caridade; uma Igreja humilde de coração, rica de misericórdia, em que só Deus tem a primazia; uma Igreja que ama o mundo do nosso tempo com as alegrias e também com as suas crises e misérias; uma Igreja que com a luz da fé, o dinamismo da esperança e o calor da caridade oferece ao mundo aquele ”suplemento de alma” que se torna fonte de nova cultura social e de cidadania responsável, de promoção da dignidade e dos direitos fundamentais da pessoa, de diálogo com a cultura e a ciência, através da presença de leigos qualificados nos vários ambientes e de instituições apropriadas; uma Igreja próxima do caminho árduo e difícil das gentes de hoje, dos sofrimentos quase insuportáveis de muitos e desejosa de levar a todos a consolação, a alegria e a paz do Evangelho; uma Igreja que aprende a usar a linguagem da alegria como porta de acesso ao mistério de Deus e ao mistério da interioridade do homem e promotora de uma nova sociedade, enraizada no amor.

Este momento é de louvor e ação de graças por tudo o que Deus realizou neste caminho comum durante estes dez anos. Agradeço a vossa amizade que muito me alegra e conforta.

Quero agradecer ao Senhor Jesus estes 10 anos de vida entre vós. Parto com muita paz e serenidade no meu coração. Parto com a consciência que me fiz um convosco. Parto com a sabedoria que me destes. Acolhei de coração aberto o vosso novo Pároco. Ajudai-o. Rezai por ele.

Todas as minhas recordações são belíssimas: pela abertura de coração, pelo acolhimento, pela colaboração generosa, pelo conforto da fé e da amizade de todos que me acompanharam e ajudaram a ser padre com alguns admiráveis exemplos de generosidade, de entrega, de virtudes cristãs, de autêntica santidade popular; pelos meus colaboradores mais próximos (pessoas concretas com rosto e nome e órgãos de corresponsabilidade) pela dedicação e competência e pelo espírito eclesial com que colaboraram no caminho da paróquia; pelos servidores da causa e do bem público, nas várias áreas da vida governativa, administrativa, cultural, social, e também militar… pela estima recíproca e pela colaboração leal e generosa que neles encontrei, sempre desejosa do bem comum.

Sou um homem, uma criatura humana limitada, frágil, com limitações e defeitos, que também se confessa pecador. Pelas minhas faltas, omissões e negligências, peço perdão a Deus e peço perdão a todos vós.

Quero exprimir a confiança na graça e no futuro de Deus para esta paróquia de Mangualde, com as palavras de S. Paulo ao despedir-se da comunidade de Mileto: “Confio-vos todos ao Senhor e à Palavra da Sua graça” que tem o poder de salvar, de fazer maravilhas, de edificar a Igreja. Não tenhais medo! Tende confiança! Tende sempre um sentido nobre, grande e belo da vossa fé!

E como despedida última, não encontrei palavras mais próprias e belas que as de S. Paulo na carta aos Filipenses:

“Todas as vezes que me lembro de vós, dou graças a Deus, sempre, em toda a minha oração por vós. É uma oração que faço com alegria, por causa da vossa participação no anúncio do Evangelho, desde o primeiro dia, até agora. É exactamente nisto que ponho a minha confiança: Aquele que em vós deu início a uma obra excelente há-de levá-la à perfeição, até ao dia de Cristo Jesus.

É justo que eu tenha estes sentimentos por vós, pois tenho-vos no coração. Sim, Deus é minha testemunha do quanto vos quero bem a todos com a afeição de Jesus Cristo.

E é por isto que eu rezo: para que o vosso amor aumente ainda e cada vez mais em sabedoria e em verdadeira sensibilidade para discernir o que melhor convém” (Fil 1,3-10). Eu levo-vos a todos no meu coração! Continuaremos unidos, apesar da distância. Mas a amizade vence as distâncias!

À intercessão de Nossa Senhora do Castelo e de São Julião, nosso Padroeiro, confio o presente e o futuro da Comunidade Paroquial de Mangualde.

Que Deus vos abençoe! Muito Obrigado por tudo! Será sempre com muita alegria que me recordarei de vós. Bendito seja Deus!

 

Pe. Jorge Seixas

 
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HOMILIA DO DOMINGO

DA TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR (ANO A)

 

A festa da Transfiguração do Senhor apresenta-nos Jesus, como Rei glorificado. Como sempre, o ano litúrgico encerrará com a solenidade de Cristo-Rei. Na festa deste domingo encontramos já muitos elementos que reaparecerão no último domingo do tempo comum. O Reino de Deus só se entende em Jesus que o inicia no Presépio e o consuma na Cruz. Não há Reino sem Rei. Não podemos responder à pergunta “O que é o Reino de Deus?”, sem responder a outra “Quem é o Rei?”. Uma vez mais, a personagem e a sua obra iluminam-se mutuamente.

Quem é este Rei? Na narração do episódio do “alto monte”, símbolo do céu, ou seja, da consumação escatológica da vida em Cristo, apresentam-se alguns aspetos da identidade da personalidade simples e misteriosa deste Rei. Pedro, Tiago e João conhecem-no, seguem-no, mas desconhecem alguns segredos da sua vida, ou seja, não sabem quais são os motivos para ir a Jerusalém sofrer e morrer, não conhecem a sua relação filial com Deus. É por isto que Jesus é apaixonante, atrai, porque não há ninguém como ele. Ao mesmo tempo, é filho do homem e Filho de Deus. É a síntese da Lei de Moisés (o passado) e da profecia de Elias (o futuro). É o Homem mais perfeito (um ser resplandecente e glorioso), é o Servo sofredor de quem se afasta o olhar. Guardamos no nosso coração esta visão extraordinária no “alto monte”, mas temos de descer com ele para a vida de todos os dias. Se o quisermos conhecer, temos de ter em conta estes contrastes. Todas as heresias, as apostasias e as traições que aconteceram e acontecem na história do cristianismo devem-se à criação de uma ideia de Cristo à nossa maneira e medida. Acreditar e aceitar Jesus-Rei não é somente recitar o Credo da Igreja mas imitar este Rei e o seu Reino. Como? Introduzindo a “mística cristã” (a transfiguração interior) nas realidades da vida (a transfiguração exterior).

“Da nuvem, uma voz dizia: Este é o meu Filho muito amado…Escutai-O”. Este convite da voz misteriosa permanece atual. Ao longo da vida, nos acontecimentos, bons e maus, é importante escutar Jesus, nosso Mestre. Só a Ele podemos seguir com confiança e sem medo. Também Ele nos diz: “Levantai-vos e não temais”. Pedro, Tiago e João não voltarão a vê-Lo transfigurado. Mas todas as suas palavras serão luz e terão o poder de “transfigurar” as suas vidas. Também nós temos de escutar as suas palavras (acolher, meditar e viver) como fizeram Pedro, Tiago e João, não já na montanha da Transfiguração mas no Pentecostes permanente da Igreja.

Este Rei, este “Filho muito amado”, este Salvador é Cristo. O Reino prometido de Deus e pregado pelo seu servo Jesus acontece na morte e ressurreição de Cristo. O Pai confirma Aquele que salvou o mundo do pecado, deixando-se cravar na Cruz. A imagem de Jesus triunfante e transfigurado tem na mão esquerda a bola do mundo e com a direita abençoa, exprimindo a universalidade da salvação do Rei do universo.

 
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